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La marée haute
sábado, novembro 29, 2008
 



Claude Challe - Carmenita Lounging (Opera House Mix)

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  IBM divulga lista de inovações que vão mudar as nossas vidas (Sol)

A IBM divulgou o relatório anual «Next Five in Five», uma lista das inovações com potencial de mudança sobre a forma como as pessoas trabalharão, viverão e jogarão nos próximos cinco anos.

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sexta-feira, novembro 28, 2008
  Porque



Miaskovsky - Sonata for cello and piano No 2

Porque é tão bonito. Será a afirmação anterior uma pergunta sem entoação?
O YouTube tem sido uma fonte maravilhosa e contínua de descobertas.

Este compositor com nome de gato tem a seguinte entrada na wikipédia:

Nikolai Yakovlevich Myaskovsky (ru: Николай Яковлевич Мясковский, also transliterated as Miaskovskii or Miaskovsky) (April 20, 1881 – August 8, 1950) was a Russian composer. He is sometimes referred to as the "father of the Soviet symphony".

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  Princípio e fim de citação

Aquele que sabe o que quer já percorreu um longo caminho para alcançá-lo.

Harold Sherman

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  Realidades

Por opção e felizmente este blog não espelha fielmente a realidade íntima da autora. Há momentos em que sou muito eu, a máscara atrás da máscara vague, sobretudo quando falo dos meus meninos e, nesse meu amor por eles, sendo imenso e incondicional, transparece a intimidade que me concedo espalhar por aqui, como rosas perfumadas acabadas de colher.
O resto... o resto são olhares sobre o mundo, umas vezes factuais, outros mesclados com a imaginação e a atribuição de características que faço a determinada personagem que se cruza no meu caminho, mesmo que esse caminho seja o outro lado do passeio e o olhar não mais que um relance.
A que propósito isto? Da noção de que não podemos colar o ambiente de um blog, o meu não de certeza, ao ambiente interior de uma pessoa. O blog é o blog, não é o registo da minha vida nem dos meus sentimentos.

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Bliss - Muse

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quinta-feira, novembro 27, 2008
 

Desafío a la vejez

Cuando yo llegue a vieja
-si es que llego-
y me mire al espejo
y me cuente las arrugas
como una delicada orografía
de distendida piel.
Cuando pueda contar las marcas
que han dejado las lágrimas
y las preocupaciones,
y ya mi cuerpo responda despacio
a mis deseos,
cuando vea mi vida envuelta
en venas azules,
en profundas ojeras,
y suelte blanca mi cabellera
para dormirme temprano
-como corresponde-
cuando vengan mis nietos
a sentarse sobre mis rodillas
enmohecidas por el paso de muchos inviernos,
sé que todavía mi corazón
estará -rebelde- tictaqueando
y las dudas y los anchos horizontes
también saludarán
mis mañanas.


Gioconda Belli

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Bellagio
Lago Como

Um dia irei.

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  Lisboa



Carlos do Carmo, Lisboa, menina e moça

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  A justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca

Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.


Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.

Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.

Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.

Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.

E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.

Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?

Vale e Azevedo pagou por todos.

Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de
Leonor Beleza com o vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?

Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?

Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?


As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da
criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.

E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?

E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára? O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.

E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?

E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de
colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.

Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.

Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.

Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças , de protecções e lavagens , de corporações e famílias , de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.

Este é o maior fracasso da democracia portuguesa.




Clara Ferreira Alves - "Expresso" de (?)

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quarta-feira, novembro 26, 2008
 

Saint Germain des Prés Café - D'jazz Tribute

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  Dia das finanças by Vague

Poupar é preciso para acautelar o futuro. Mas há aspectos contraditórias. Para já é difícil poupar numa sociedade tão agressivamente apelativa sob o ponto de vista do consumo; Depois há a teoria que hoje ouvi defendida de que fazer um plano de poupança é ilusório, patati patatá. Bom, eu pergunto se pomos o dinheiro debaixo do colchão (isto no caso de haver dinheiro, claro).
Quer-se estimular o consumo e quer-se estimular a poupança! Raios levem contradições destas!
Penso que temos de nos abstrair de uma certa cultura de massas consumista (tentar, tentar...) e revestirmo-nos de bom senso e organização orçamental.


Vague
especialista em aconselhamentos de tipo financeiro e em todos os outros também

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terça-feira, novembro 25, 2008
  Geração dos 30 anos pode perder até 60% da reforma

Não sou uma pessimista convicta, antes sou uma optimista moderada, mas quando se lê artigos como este, uma pessoa fica sem vontade nenhuma de rir.

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  Introdução

Viu o nome dele no telemóvel a tocar, o rosto corou-lhe discretamente.

Olá boa tarde, é da agência de viagens Socorro.estou.perdido?
Não, daqui é da Capitania do Porto de Setúbal.
Ah, eu pensei que era da Nasa.
Isso foi ontem. Já me despedi da Nasa, diziam que eu andava sempre de cabeça no ar.
E anda?
Agora já não, despedi-me.


Como é que está?
Estou bem.

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Qualquer coisa de paz. Talvez somente
a maneira de a luz a concentrar
no volume, que a deixa, inteira, assente
na gravidade interior de estar.

Qualquer coisa de paz. Ou, simplesmente,
uma ausência de si, quase lunar,
que iluminasse o peso. E a corrente
de estar por dentro do peso a gravitar.

Ou planalto de vento. Milenária
semeadura de meditação
expondo à intempérie a sua área

de esquecimento
. Aonde a solidão,
a pesar sobre si, quase que arruína
a luz da fronte onde a atenção domina.



Fernando Echevarría

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segunda-feira, novembro 24, 2008
  Antony and the Johnsons - Another world

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  Real Sex for Real Women*

*Excerpt from Real Sex for Real Women
By Dr. Laura Berman

É incontornável, pela sua naturalidade e nossa natureza, o tema e as questões associadas de intimidade e sexualidade. E não custa nada reforçar.

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  Maior livraria virtual portuguesa disponibiliza um milhão de livros grátis

A Wook.pt, a maior livraria virtual portuguesa, coloca a partir de terça-feira (amanhã!) um milhão de livros grátis na Internet, numa iniciativa inédita de promoção da leitura, anunciou hoje a Porto Editora, proprietária desta livraria on-line.

"Nos próximos dias, livros como A Viagem do Elefante, A Vida num Sopro ou O Priorado do Cifrão estarão disponíveis a preço zero", refere a Porto Editora, num comunicado enviado à Lusa, aludindo aos mais recentes livros de José Saramago, José Rodrigues dos Santos e João Aguiar.

A campanha, que começa terça-feira, vai permitir "durante três dias, em determinadas horas, disponibilizar um milhão de livros com 100 por cento de desconto".

Para ter acesso a esta campanha é necessário estar registado na Wook.pt e, depois, ficar atento aos anúncios que assinalam o início dos denominados 'Momentos Wook'.

"Os primeiros mil clientes que tiverem a sorte de encontrar um dos seus livros preferidos com 100 por cento de desconto, e rapidamente confirmarem a encomenda, serão os felizardos", salienta a Porto Editora.



Lusa, 24-11-08

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Clint Mansell - Together We Will Live Forever
(Music from The Fountain)

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  Google publica arquivo fotográfico da 'Life'

São mais de dez milhões de imagens, algumas delas documentos históricos da maior importância, que a partir de agora estarão à distância de um clique.


O Google e a 'Life' acabam de estabelecer um acordo de parceria que tem como principal objectivo colocar online mais de dez milhões de fotografias até agora fechadas a sete chaves nos arquivos da prestigiada revista norte-americana.

Muitas destas imagens, captadas por conceituados fotógrafos tais como Gordon Parks, Margaret Bourke-White e Dorothea Lange, ilustram momentos que ficaram para a história do século XX.

Para já, apenas 20% das fotos estão digitalizadas, sendo pesquisáveis por palavra-chave através do motor de pesquisa de imagens do Google (ver link no final deste artigo), mas nos próximos meses muitas outras ficarão online.

Esta parceria é em tudo idêntica àquela que desde Janeiro permite ao popular site de partilha de imagens, 'Flickr', disponibilizar milhares de imagens da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.

Quem sai a ganhar são seguramente os cibernautas que têm, assim, à distância de um clique, algumas das mais relevantes imagens do século passado.

Fontes da revista 'Life' garantem que cerca de 97% das imagens que serão colocadas online nunca foram publicadas.


Expresso, 21-11-2008

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sábado, novembro 22, 2008
  Descobrindo

Love - Alone again or





De acordo com a wikipédia,


"Alone Again Or" is a song originally recorded in 1967 by Love, the psychedelic folk-rock baroque-pop band from Los Angeles, USA. It was written by band member Bryan MacLean.


It was the opening track on the classic album Forever Changes, and was also released as a single in the USA, UK, Australia, France and Holland.[1] Love's version ranked #436 on Rolling Stone's list of the 500 Greatest Songs of All Time.

Versions have subsequently been recorded by an eclectic variety of bands and singers including The Damned (1987), UFO (1977), Sarah Brightman (1990), The Boo Radleys (1991), Chris Pérez Band (1999), Calexico (2004), Matthew Sweet and Susanna Hoffs (2006), Les Fradkin (2007). Two demo versions by MacLean himself were released in 1997 on his album Ifyoubelievein.

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  uau

hoje ouvi aqui pela primeira vez uma canção que, desde o primeiro play me chamou e eu deixei-me levar com ela no ouvido em replay.
achei-a actual e achei-a diferente, com uma mistura tão cativante que fui investigar.
descobri que tem a minha idade e que é mais uma das estrelas do ano.

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  Baby Debbie

Parabéns, Debbie, por tanta coisa! e mais um ano :)
Um beijinho, querida.


Igor Levashov

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  O ano das estrelas

Quem o diz não sou eu, é o especialista:)

"1967 é o ano em que todas as estrelas se alinham!" :D

O Fernando chama-lhe O Melhor Ano de Sempre da Música Popular.



The Doors - Touch me

Alguém discorda? :)

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sexta-feira, novembro 21, 2008
 



"My painting is visible images which conceal nothing; they evoke mystery and, indeed, when one sees one of my pictures, one asks oneself this simple question 'What does that mean'? It does not mean anything, because mystery means nothing either, it is unknowable."

René Magritte

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René Magritte (21 November 1898 - 15 August 1967) faria 110 anos, hoje.
Obrigada, Google, pá.

E foi ele a partir e eu a chegar ao mui distinto ano de 1967!

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quinta-feira, novembro 20, 2008
 



Max Laigneau

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  céu

nunca houve ninguém tão louco que não conseguisse
chamar a si todo o céu com um sorriso


E. E. Cummings

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quarta-feira, novembro 19, 2008
  UPA, UPA!

UPA - Unidos para ajudar - As músicas UPA

Levanta-te
contra a
discriminação
das doenças
mentais.
 
  Sentir

Pela segunda vez, deixo neste blog uma música que revolve as entranhas.

Dramática? eu? : )

...mas oiçam o refrão e digam-me se a conjugação de opostos, a voz de Mariza, a entoação, o sentimento não vos descompôem um bocadinho que seja.





(Boss Ac)
Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar
É como morrer de sede no meio do mar e afogar
Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta
Vocês não ouvem o grito da minha revolta
Choro a rir, isto é mais forte do que pensei
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei
Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta
É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta
As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço
O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso
O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado
Vagueio sem destino nem sei se estou acordado
O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha
Não sei se a alma existe mas sei que alguém feriu a minha
Às vezes penso se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que diz…

(Mariza)
Chorei,
Mas não sei se alguém me ouviu
Então sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo

(Boss Ac)
Não há dia que não pergunte a Deus porque nasci
Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui
Se dependesse de mim teria ficado onde estava
Onde não pensava, não existia e não chorava
Sou prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo
Às vezes penso que passo tempo demais comigo
Olho para os lados, não vejo ninguém para me ajudar
Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar
Quem sou eu? Para onde vou? De onde vim?
Alguém me diga, porque, me sinto assim?
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê
Sinto lágrimas nos meus olhos mas ninguém as vê
Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso
Mostrem-me a saída deste abismo imenso
Pergunto-me se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz…

(Mariza)
Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
E não sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo...
Busquei,
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo..


Letra de Boss AC

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Bing crosby - Count your blessings

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Que há um tempo para resgatar o sonho
e o merecimento de o ter.

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terça-feira, novembro 18, 2008
 

I am forever chasing light. Light turns the ordinary into the magical.

Trent Parke

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Trent Parke
AUSTRALIA. Sydney. Hunter St, the city. From Dream/Life series. 2002.

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segunda-feira, novembro 17, 2008
  Para a Maria Árvore

O poema que deixo hoje vai com dedicatória à Maria Árvore, que hoje é muito, muito bébé! :)


que o meu coração esteja sempre aberto às pequenas
aves que são os segredos da vida
o que quer que cantem é melhor do que conhecer
e se os homens não as ouvem estão velhos

que o meu pensamento caminhe pelo faminto
e destemido e sedento e servil
e mesmo que seja domingo que eu me engane
pois sempre que os homens têm razão não são jovens

e que eu não faça nada de útil
e te ame muito mais do que verdadeiramente
nunca houve ninguém tão louco que não conseguisse
chamar a si todo o céu com um sorriso


E. E. Cummings


Abraço, Miss Tree :)

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domingo, novembro 16, 2008
 

Os troncos das árvores doem-me como se fossem os meus ombros
Doem-me as ondas do mar como gargantas de cristal
Dói-me o luar como um pano branco que se rasga.


Sophia de Mello Breyner Andresen

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sábado, novembro 15, 2008
 

O ar..................................passa

a..t..r..a..v..é..s....d..a..s.... p..a..l..a..v..r..a..
s


António Ramos Rosa

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  Lux Aeterna de Clint Mansell




A fazer fé na wikipédia,

"Lux Aeterna" is a composition by Clint Mansell, the theme song and leitmotif of Requiem for a Dream, and the penultimate piece in the Requiem for a Dream score. The popularity of this piece led to its use in popular culture outside the film, mostly in film trailers.


Lux Aeterna" has since become popular, with both the original and the orchestration having appeared in a wide variety of commercials and trailers, including the trailer for the Red Sox-Yankee games in the 2007 baseball season, and trailers for the films Zathura, The Da Vinci Code, Sunshine, Babylon A.D. and the TV series Lost. It is also used on Sky Sports News and as the theme for Soccer Saturday.

Clint Mansell is a Golden Globe-nominated musician and composer and former lead singer and guitarist of Pop Will Eat Itself.

Despite critical acclaim, Mansell's score for π went widely unnoticed by the general public. However, the soundtrack release, placing Mansell's work alongside tracks from Autechre, Aphex Twin, Orbital and Roni Size, did win many fans from the IDM and electronica communities.

Mansell's score for π was followed up by his score for Aronofsky's next film, Requiem for a Dream (see Requiem for a Dream (soundtrack)), and the score became a cult hit.

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  que

música, som, texto, palavra, intérprete, gesto
vou conhecer hoje?

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sexta-feira, novembro 14, 2008
  dream on, girl

____mas AC/DC e barulhos afins, por muita bons que sejam, têm dias, oh se têm.
este fim de semana quer-se calmo e retemperador, introspectivo qb. se soubesse que dormindo o fim de semana inteiro, acordaria fresca e com as baterias completamente recarregadas na segunda, eu não me chame vague maria se não ia já ali à farmácia buscar uns comprimidinhos mágicos de dormir dois dias e duas noites e acordar princesa enérgica e poderosa (e já agora, vestida, maquilhada e a sorrir)

bom fim de semana :)***

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  Para a geração inquieta que nasceu em fins dos anos 60 :)

Depois desta mítica canção, a marca forte dos AC/DC que preenche o meu imaginário juvenil, they are back. Se Back in black foi lançada nos anos 80 e eu gostava, como é que me posso hoje admirar que miúdas de 12 anos tenham opiniões fortes? :)

Do novo álbum Black Ice

Parecem-me em muito boa forma! It rocks!
 
quinta-feira, novembro 13, 2008
 

Ainda te falta
dizer isto
: que nem tudo
o que veio
chegou por acaso. Que há
flores que de ti
dependem, que foste
tu que deixaste
algumas lâmpadas
acesas. Que há
na brancura
do papel alguns
sinais de tinta
indecifráveis. E
que esse
é apenas
um dos capítulos do livro
em que tudo
se lê e nada
está escrito.


Albano Martins

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  Os meus meninos

Ela.faz hoje 4 maravilhosos anos; lembro-me como se tivesse acontecido há pouco do primeiro abraço espontâneo e inesperado que me deu e da primeira vez que me chamou titi.

O tempo passa e ela floresce, acompanhada desde há 3 meses por uma muita amada onda azul, que a fita espantado como se perante uma revelação.

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terça-feira, novembro 11, 2008
 



Edward Hopper

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  Afectos e sexualidades à luz da sociedade actual

Com a devida vénia à Isabel Freire, do Sexualidade Feminina, reproduzo um post seu, pelo interesse e atenção que o tema merece aos que se interessam pelas questões dos afectos e da sexualidade, como partes fundamentais da saúde de um ser humano que se deseja completo e na perspectiva da reflexão sobre a vivência desses afectos e dessa sexualidade numa sociedade tão consumista e efémera como a actual - características que acabam por moldar muitos tipos de relacionamentos.
Muito interessante!


Na quinta-feira, dia 13 de Novembro, e na sexta, 14 de Novembro, entre as 10h e as 18h, no Pequeno Auditório da Culturgest, terá lugar a conferência subordinada ao tema "As Regras da Atracção" , comissariada por Rui Trindade. O propósito central desta conferência é o de equacionar as múltiplas variáveis que hoje afectam o domínio das relações nas sociedades avançadas contemporâneas. Com quatro sessões: "O Sexo na Cidade", "Novas Atracções", "Emoções e Afectos" e "Sex Toys", esta conferência retrata as repercussões de uma mudança de paradigma: a passagem da sexualidade de algo interdito para algo aceite e da sexualização como componente cultural, sob variados pontos de vista.
A entrada é gratuita mediante o levantamento de senha de acesso 30 min. antes de cada sessão, no limite dos lugares disponíveis.

QUI 13 Nov
sessão 1 O Sexo na Cidade
10h00 – 11h00 Fiona Attwood, Universidade Sheffield (UK)
11h30 – 13h00 Helen Fisher, Dep. Antropologia Universidade de Rutgers (EUA)
sessão 2 Novas Atracções
15h00 – 16h00 Ana Carvalheira, ISPA (Portugal)
16h30 – 18h00 Bernardo Coelho, ISCTE (Portugal)

SEX 14 NOV
sessão 3 Emoções e Afectos
10h00 – 11h00 Stuart Walton, Ensaísta (UK)
11h30 – 13h00 Anália Torres, ISCTE (Portugal) sessão 4 Sex Toys
15h00 – 16h00 João Oliveira, ISCTE (Portugal)
16h30 – 18h00 Baptiste Coulmont, Université Paris 8 (França)

Num tempo em que os interditos sexuais parecem ter-se desagregado, permitindo todo o tipo de conjugações, em que os géneros reclamam para si estatutos específicos e as sociedades, de um modo geral, incorporaram nas suas estratégias colectivas atitudes e comportamentos que de periféricos – num passado recente – migraram para o mainstream cultural de forma ostensiva e permanente, importa interrogar, de forma aberta, transversal e descomprometida as razões de tal evolução. No entanto, dado o conjunto de variáveis em jogo, muitas vezes aparentemente contraditórias entre si, o propósito desta conferência só pode ser o de tentar fazer um ponto da situação, acolhendo olhares diversos sobre o tema, a partir de uma premissa: trata-se de reflectir, com base nos conhecimentos mais recentes, sobre os comportamentos contemporâneos ligados aos afectos, às emoções, à sexualidade, às relações.

Se é certo que a liberdade amorosa parece hoje um dado adquirido nas nossas sociedades, a verdade é que estas, cada vez mais altamente voláteis na sua vertigem de mudança, alteraram para sempre a consciência do tempo e, sobretudo, o da antiga e codificada longa duração relacional.

Alimentando sem cesso o culto da sedução e do narcisismo individual, estas sociedades fragmentaram sentimentos e afectos, redesenharam contextos familiares novos e criaram, de certa forma, também, paradoxalmente, a figura do desamparo naqueles que, perdidas as sólidas referências dos valores instituídos, se vêm hoje constrangidos a «construir a sua própria narrativa», como escreve Alain Ehrenberg em La Fatigue d' Être Soi. Ora nem todos conseguem re-inventar-se ou projectar-se numa nova narrativa, colapsando emocionalmente numa deriva sem fim, em busca de uma re-ligação afectiva, erótica e sentimental.

Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest
Telf: 21 790 54 54
Fax: 21 848 39 03
www.culturgest.pt


As regras da atracção

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  hora d'almoço

Da aventura da ministra Lulu por terras de Fafe, sobra a convicção da autora destas linhas da existência de um ratinho no estômago da jornalista.

(nham nham)

Com palavras de ordem e ovos, os protestantes nem deixaram a ministra pôr o pé fora do carro (...). Os alunos aproximaram-se rapidamente da viatura oficial, alguns atirando ovos (...)
há a registar a identificação de alguns alunos e a apreensão de algumas caixas de ovos (...)


vem mesmo a calhar! nham nham!!!

JN

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  A sinalética palpável do choque

perguntava eu ao simpático empregado do metro qual a direcção que deveria tomar para ir para ir para determinado sítio. ainda não me habituei às novas linhas do metro e menos ainda aos cartões recarregáveis que de vez em quando ficam ilegíveis e lá ando eu, olhe se faz favor, podia-me ajudar? com o meu melhor sorriso (genuíno, ok?) :)

e explicava-me ele. vai sempre em frente e depois volta à esquerda assim que puder - não há que enganar, é sempre em frente até bater na parede!

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segunda-feira, novembro 10, 2008
  Pó de Arroz - Tributo a Carlos Paião



Tiago Bettencourt e Mantha

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  Henry Miller, Oprah Winfrey e eu

O texto que se segue é notável. Todos os excertos que até agora li deste livro, são tão convincentes, reais ou bem argumentados, que me rendo a uma cabeça tão bem estruturada.
Espreito o Citador no intervalo da biografia de uma mulher extraordinária: Oprah Winfrey.
Mas é sempre o meu caminho que procuro.

Ninguém avança pela vida em linha recta. Muitas vezes, não paramos nas estações indicadas no horário. Por vezes, saímos dos trilhos. Por vezes, perdemo-nos, ou levantamos voo e desaparecemos como pó. As viagens mais incríveis fazem-se às vezes sem se sair do mesmo lugar. No espaço de alguns minutos, certos indivíduos vivem aquilo que um mortal comum levaria toda a sua vida a viver. Alguns gastam um sem número de vidas no decurso da sua estadia cá em baixo. Alguns crescem como cogumelos, enquanto outros ficam inelutávelmente para trás, atolados no caminho. Aquilo que, momento a momento, se passa na vida de um homem é para sempre insondável. É absolutamente impossível que alguém conte a história toda, por muito limitado que seja o fragmento da nossa vida que decidamos tratar.

Henry Miller, in "O Mundo do Sexo"

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  Aprender a dar nome aos nossos medos*



*Artigo de Isabel Stilwell
jornal Destak

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Joan As Policewoman & Antony Hegarty - I defy

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domingo, novembro 09, 2008
  A minha descoberta de hoje: David Russell



David Russell (Heitor Villa-Lobos: Choro No.1)

Excelência em estado puro.

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  Joan As Police Woman - The ride

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  boa onda

http://www.portugalmaispositivo.com/


que de tragédias e faits-divers somos bem (mal) servidos pelas televisões.
mova-se ali para o seu lado direito, mr. link!

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sábado, novembro 08, 2008
  Gotan Project - Diferente




En el mundo habrá un lugar
para cada despertar
un jardín de pan y de poesía

Porque puestos a soñar
fácil es imaginar
esta humanidad en harmonía

Vibra mi mente al pensar
en la posibilidad
de encontrar un rumbo diferente

Para abrir de par en par
los cuadernos del amor
del gauchaje y de toda la gente

Qué bueno che , qué lindo es
reírnos como hermanos
Porqué esperar para cambiar
de murga y de compás.

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sexta-feira, novembro 07, 2008
 

......................Na terra dos sonhos...

.................... .............:)

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  texto para uma canção



sister, considero-me uma razoável lutadora (não me fica bem dizer bem de mim mesma como não me fica bem ter falsas modéstias) mas às vezes há vezes em que tudo o que me apetece é deitar-me no colo de Deus e deixar-me estar ali para sempre. depois penso em vocês, penso a seguir na veia teatral que me atribuis e desembacio o olhar concentrando-se nesta coisa cá dentro muito perceptível e direita, a fé que nesse dia está arrumadinha bem lá em baixo...então solto a gargalhada, ponho o batom vermelho e expulso a amargura. é mais forte que eu a vontade de eu ser maior que eu! e tu também sabes e melhor que ninguém, gémea minha, os agradecimentos que devo à vida. mas às vezes, ai tão às vezes...

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quinta-feira, novembro 06, 2008
 

seis da manhã e eu cansada e sem sono há quase uma hora. hoje promete ser um daqueles dias ao contrário em que o sono, espantado de madrugada, regressa mal o último talher do almoço se pousa no prato, a antever uma impossível sesta que, brincalhona, se ausenta aos fins de semana para parte incerta.

seis e doze e os olhos cambaleiam.

seis e dezassete.
 
quarta-feira, novembro 05, 2008
  Ainda há estrelas no teu olhar

Possas tu sempre ser
Um Homem Novo, sem preconceitos,
Possas saber amar,
Ver no espelho os teus próprios defeitos.

Possas tu ter os ombros fortes
Para aguentar o peso da liberdade
E o coração de leão
Para não teres medo de encarar a verdade.

Deixa-as viver, meu irmão...
Fá-las brilhar, meu irmão...
Ainda há estrelas no teu olhar.


1977, letra e música de Jorge Palma


Porque sabe escrever canções de inteireza e verdade que uma pessoa sempre se comove. Esta pessoa daqui deste lado, pelo menos.
Ah!...
 
terça-feira, novembro 04, 2008
 

Dead Combo - Cuba 1970

Esta sonoridade é incrível. Oiçam bem:




Sinto-me inusitadamente cansada e lenta. Apetece-me voar! mas não sei se consigo.
enfim.

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  Sobre desafios

Caros colegas, o desafio está lançado. Deixo para conversas mais privadas eventuais desenvolvimentos. Está tudo em aberto - até a não concretização do desafio.
E porque lhe chamei desafio? Em primeiro lugar, porque, quando se está deste lado - ou desse -, nas caseiras pantufas do conforto, o acto de atravessar o écran envolve alguma coragem e despreendimento. Em segundo lugar, é um desafio porque implica quase sempre alguma desconstrução do outro aos nossos olhos e uma desconstrução de nós próprios aos olhos alheios.
E de coisa tão simples se fez tratado existencial! É mais forte q eu.

Gracias aos que responderam ou vierem a responder ao desafio.
:)

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domingo, novembro 02, 2008
  "Electrodos implantados no cérebro revertem paralisia"

Ana G., obrigada por nos trazer estas notícias, que um dia foram apenas sonhos, mas que tanta força tinham - e têm - que hoje quase dobram o Cabo da Boa Esperança - ou das Tormentas. Bem hajam todos os que ajudam a dar vida aos gestos perdidos no esquecimento das células que desconectaram.
Um sinal de cada vez maior esperança que sempre me comove!

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  O Desafio

Um almoço, um jantar, um sítio a meio caminho, that goes to somewhere or nowhere, neste tempo frio que deseja paz e abertura de espírito, cruzar o virtual com o real. O meu desafio é pois este: um encontro entre aqueles de nós que desejam conhecer ao vivo alguns outros de nós. Um almoço de amigos virtuais, um paradoxo! Mesmo assim ou por isso mesmo me apetece. Quem me acompanha na vontade?



Maritta Haggenmacher, After dinner

Introduz-se nota after post: o desafio não é apenas o de cruzar virtualidades, é de cruzar virtualidades e materialidades eventualmente já existentes; o desafio é cruzar palavras e textos com as mãos e os olhos que lhes deram vida. E o que está na base tal como a entendo é a vontade sincera de estar aberto ao outro. Alguns de nós já se conhecem fisicamente, outros não. Sou por natureza avessa a grupinhos e outras manifestações tribalistas pelo que quem vier por bem, vem...bem :) E talvez me convença a aparecer. Ó deuses da contradição! Às vezes sou tão bicho-do-mato!

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  Leonard Cohen - Closing time



Montreal Jazz Festival, 2008

Fantástico! Para L. C. não vale o 'closing time'. Há vozes eternas.

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  Um dia.

Era um dia como todos os dias. Às vezes basta uma personagem inesperada para transformar a nossa vida. Uma palavra, uma sombra, uma insignificância.

Raul Brandão

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Sur la marée haute je suis montée la tête est pleine mais le coeur n'a pas assez. Lhasa de Sela


mareehaute.is.vague@gmail.com

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