ccccff
La marée haute
segunda-feira, outubro 31, 2005
  A desoras

Ontem, em vez de me deixar estar aqui


Morning Beckons
Fujita


estava às 8 e meia da manhã, hora actual, ao pé do café junto ao rio, estranhando a ausência da minha companhia para o pequeno-almoço e o cartaz 'encerrado' pespegado na porta do dito.

(Off-line: Também não teria adiantado muito em termos de dormir mais, que o privilégio de acordar às 6 da manhã ninguém mo tira. Ando em negociações com a associação sindical do meu organismo para acordar mais tarde.)
 
quinta-feira, outubro 27, 2005
 



Já...fui!


Noite serena.
 
  Avó

5 anos sem ti, avó, e penso nas coisas em que nos entendíamos e nas vezes em que nos chateávamos uma com a outra, na cumplicidade quando me dizias às escondidas o que querias que eu comprasse para o pai, a mãe ou a mana nos aniversários e no Natal. Penso nessa força incrível que te levou a ajudar as pessoas na altura da 2ª Guerra, quando as senhas de racionamento chegavam e tu as distribuias. Penso na dor que foi perder dois filhos. Penso na solidão que terás sentido quando o avô morreu de cancro aos 50 anos, e quando mais tarde, os teus irmãos partiram um a um. Penso na alegria e na força que transmitias à família. E tão teimosa que eras, avó, as brigas que tivémos, 'P.C!!. Parece impossível!' Tão felizmente orgulhosa, tão digna. Um dia sonhei contigo e acordei tão feliz, não entendo. Nenhuma tristeza ou nostalgia me assombrou o dia, foi como se estivesse estado contigo, a teu lado, foi como um presente que caiu no meu sonho e se materializou na paz que senti quando acordei.
Penso no enorme amor que te tínhamos, te temos, e de como foste acarinhada por nós até partires. No imenso amor com que nos cobrias. Iamos-te ver todos os dias, um de nós ia sempre. Lembras-te de aquecer as minhas mãos frias na véspera da tua morte? E no dia a seguir o telefonema. Tive que te ver, parecias dormir, o teu rosto estava quente e eu olhei-te e não sei o que senti. Intuía que estavas bem, que estavas numa dimensão diferente de vida, que pairavas sobre a pequenez do corpo físico.
Avó, adorarias conhecer a ondinha rosa. É linda e parecida contigo no jeito determinado com que nos encara, na voz alta e afirmativa, na vivacidade do olhar e naqueles olhos grandes que interrogam as coisas.
5 anos sem ti em 38 de vida. A vida é um estado transitório, e carrega desde o início a condenação à morte. Estou assim e bem que poderia guardar esta conversa para mim mas apetece-me escrever aqui, onde posso ser lida ou não, mas apetece-me. E sabemos bem como sou teimosa e senhora do meu nariz que graças à genética, é arrebitado como o teu.
Ainda nos emociona falar de ti. Sei que não estás naquele lugar físico onde deposeram o teu corpo inerte. Sei que estás além disto. Mas preciso de ir lá de vez em quando. Deixo uma rosa e parto.
A outra avó vive, vegetando. Não nos reconhece. E eu amanhã vou acordar calmamente, pensando serena que as coisas são como são e que nada nos está garantido nem nada nos é prometido à partida. Mas hoje não quero falar mais, quero sentar-me sossegada no sofá e não falar, preciso de recolhimento e silêncio de tudo. Preciso de não pensar. Não estou triste nem contente estou algures por aí.
 
quarta-feira, outubro 26, 2005
  DiLeMa

Coloco o interesse pessoal à frente dos interesses do país?

Se pensar exclusivamente em mim, voto no Dr. Mário Soares, uma vez que ele me garante que, a ser eleito, como espera, os portugueses podem dormir descansados, o que para mim seria de uma mais-valia enorme, dado os meus acordares madrugadores que me deixam sonolenta a meio da tarde.

...



Vou sacrificar-me pelo país. Está decidido.
 
segunda-feira, outubro 24, 2005
  Silence*



*
The unspoken word is capital.
We can invest it or we can
squander it.


Mark Twain's Notebook




Vi parte de uma entrevista de Maria João Avillez a Dom José Policarpo e entre outras mensagens importantes, ficou comigo esta, breve, pertinente.

Precisamos cultivar o silêncio.

Há um livro, que não li, de Marc Smedt, cujo título é O elogio do silêncio.
Há títulos que são eles próprios um tratado.

Ouvir o silêncio é ouvirmo-nos na cidade barulhenta que vive cá dentro.

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A meu favor
tenho o verde secreto dos teus olhos



(A. O'Neill)



Até amanhã.

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Às vezes apetecia-me ser monge budista.

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  Pas si simple *

Um filme notável e assombroso este: A residência espanhola, que tem no elenco Audrey Tatou, é este o nome, penso, da protagonista de Amélie.


Na Sic notícias: uma reportagem sobre a infidelidade on-line. O título era este - Crossing the line on line.


Os efeitos perniciosos das dependências internéticas em crianças e adultos. Iniciaram-se há anos (nos EUA, claro) estudos sobre o assunto.


Comprei o Expresso no sábado. Para além dos artigos de mais ou menos interesse pessoal (o suplemento golfe vai directo para o lixo), passeio os olhos pelo jornal e pela revista. E, bom. Estava eu na esplanada junto ao rio, calmamente envolvida pelo silêncio bom da manhã de domingo e leio o artigo da Carla Hilário Azevedo (vou procurar o link do blog Bomba Inteligente) e...qu'é isto? Segundo a BI nós temos que nos render à mulher mais bela de Portugal, que é, para CHQ a Sofia Aparício, por causa da ormofia, ou ortomofia, termo de origem grega que significa a proporção das formas? (por acaso aprendi alguma coisa, não sabia a origem do termo e desconhecia o próprio termo) E render, neste caso, significa aceitar tudo que dela possa vir, até a arrogância (por acaso a Sofia Aparício até é simpática) porque tudo lhe é (por nós, [hum?]) perdoado devido à simetria das formas. Só falta dizer que um dia, que se quer distante, entrará directamente no reino dos céus.
Algo me deve estar a escapar. Só pode ser isso, a desatenção natural a quem tinha à frente o rio e ao lado a paz do local. Mesmo assim, gosto mais do blog. A foto de hoje, hum, é muito...relaxante.


A propósito de jornais veja-se o Inevitável, também do Expresso e patrocinado entre aspas pelas Produções Fictícias. Gosto da expressão/título inteligente e acutilante q.b. 'No limiar do bom gosto'.


Last but not the least - O alegado tabu do Prof. Cavaco Silva relativamente às eleições presidenciais. Caramba, lá porque o homem não se desvenda nem responde a todas as perguntas dos jornalistas e se acha (e tem) no direito de declarar as suas intenções políticas em tempo que julga conveniente, porque é que se cria logo um caso político? Pergunta de retórica. Desde que vi uma jornalista da tv a perguntar, a frio, a um pai como se sentia com a morte da filha na tragédia de Entre-os-rios já quase nada me espanta em determinados elementos desta classe. Ressalve-se que respeito imenso a profissão e os bons jornalistas, que os há, imparciais, contidos e que respeitam os entrevistados.


Mário Soares. Veja-se o seu percurso político e a sua postura na altura crítica do 25 de Abril e contem-me histórias da carochinha. Sim, o Mário Soares é um animal político, sim, é um bom conversador. Mas. 25 de Abril e descolonização. Ah pois é.


A debandada de bloggers para os jornais. Antes era blogs e jornais. Agora é blogs nos jornais e blogs fechados ou com conteúdos e perspectivas diferentes. Para refectir a propósito do conteúdo e impacto dos media.


E pronto, já desabafei. Até mais ver.


*Faixa 10 da banda sonora de 'O Fabuloso destino de Amélie Poulain'

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quarta-feira, outubro 19, 2005
  Por minha honra declaro

Para os devidos e legais efeitos vem a declarante informar a comunidade blogosférica que não está doente/chateada/zangada/amuada (e se estivesse), não se deslocou ao Brasil nem ganhou nenhuma câmara municipal. Tão pouco acha que a culpa da sua ausência seja do PS. (eh pá, ando sem pachorra para a net e é isso mais coisa menos coisa)

De um ponto de vista cultural, a ora declarante anda a ouvir a Rádio Paris-Lisboa (tenho que a encontrar na net, que em casa o rádio não tem antena e não posso passar a vida no carro), pois dona de blog que se preze tem bon chic bon genre, la maree haute não é nome casual. Só me falta arranjar um professor de piano que não insista em me ensinar o solfejo, que por causa da história das pautas é que o mundo desconhece o potencial do meu virtuosismo na guitarra.


Yardbird,

Quanto ao Jamie Cullum, rendo-me: estive a ver uma reportagem sobre o tal menino e ele é uma fúria em palco. Às vezes a primeira impressão não é mesmo a mais sábia :)



Domingos António, finalmente reconhecido como um pianista com P.
Como ele diz de si próprio (nem mais!) sou um pianista fora de série, mas não sou genial. É deste espírito que precisamos, povo triste que somos tem dias, e aguardo com curiosidade o lançamento do disco.

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quinta-feira, outubro 13, 2005
 




A ouvir Barracão, sobretudo pela divina Elizeth Cardoso. Clic forte à primeira e ainda hoje.
Se assim fossem outros amores.


Aqui.

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  Programação para o Inverno em tons de azul

Seleccionar pessoas para trabalhar connosco é algo de delicado, mas confesso que hoje, após várias meias dúzias de entrevistas semi-speed, creio-me capaz de entrevistar o próprio Presidente da República.
Há dias falava com uma pessoa amiga sobre essa tarefa ingrata de escolher ou, pior ainda, dizer a quem não escolhemos que não foi seleccionado, intuindo nós que essa pessoa poderia dar o seu melhor, vê-se no seu porte, no seu olhar.
Os olhos podem ser tão enganadores...da própria verdade.
A sorte funciona também nestas coisas e quando há uma sensação de sintonia, de falar a mesma linguagem, e o resto, linguagem corporal e olhar se acertam, temos aí uma pista boa para avançar e apostar naquela pessoa.
Amanhã terei essa ingrata missão de telefonar, agradecer a entrevista e dizer 'lamento, não foi seleccionado' ou algo mais adequado que componha o ramalhete de uma forma delicada e positiva.
Espero que a minha intuição esteja certa.
E agora vamos ao trabalho. 'Bora depressa ao Centro Comercial experimentar aquele casaco tão giro e tão em conta.


A programação das próximas semanas incidirá sobre as emoções e a razão, dicotomia desfeita.
Falaremos no quão universais são essas emoções principais: surpresa, tristeza, cólera, repulsa, medo e alegria, contando com a coloboração estreita e íntima da revista Science & Vie. Aa revista de Setembro é capaz de fazer o Inverno todo. Espero o mesmo daquele casaco simpático. Ai, ai, 1, 2, fui!

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quarta-feira, outubro 12, 2005
  Violino




Amadeo de Souza-Cardoso
1887-1918

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  Esclarecimento

No post anterior falei num vírus que me tem afastado do pc. Ora para q conste e por ser de interesse geral, informo que não tenho nenhum vírus no computador. O que tenho sim, eu e os mais próximos, é o resultado de uma virose que anda a atacar organismos humanos. Nada de grave que afecte o funcionamento da blogosfera.
 
  Bem Sharkinho, é a 1ª vez que entro no teu blog, via circular ;

Sendo eu a dona do 10 000 comentário no
Sharkinho sinto-me grata pela feliz coincidência, dado o significado que aquele blog teve no posterior conhecimento material entre alguns dos bloggers, no célebre Encontro das mantas, no qual tive a honra de participar e que tão bonitas e familiares memórias me deixou.
Um grupo de desconhecidos que arrisca um fim de semana numa herdade alentejana?...Saudável loucura.
Shark, obrigada pelo carinho do teu post.
Agora vou cuidar de destratar os vírus que aí andam, que por estes lados quase que só falta montar um acampamento.
 
sexta-feira, outubro 07, 2005
  L' empire caché de nos émotions *

Gostei do tema de capa, folhei a revista e trouxe-a, a pensar, mas quando é que a vou ler, eu que tenho sábados e visões a mais e tempo a menos e que não gosto de obrigações excepto as obrigatórias.
Associava a Science&Vie a um público alvo técnico-científico e vi com surpresa e prazer que os temas além de naturalmente e com rigor bem escritos, são 'legíveis' para uma pessoa que não tem formação na área mas que é apaixonada pelo avanço científico, pelas novas descobertas da ciência no campo da saúde e pela contínua aprendizagem da nossa tamanha ignorância...


Deixo um excerto do editorial.

On sait désormais que l'homme n'ést pas un décideur rationnel. Pour avoir été l'un des premiers à le montrer, le psychologue Daniel Kahneman a même reçu le prix Nobel d'économie en 2002. Mieux comprendre le rôle des émotions dans la prise de décision a, entre autres conséquences, l'émergence d'une "neuroéconomie" et un nouveau regard sur les grands maladies mentales. Aujourd'hui, l'émotion n'apparaît plus seulement comme un reliquat du cerveau reptilien; elle est aussi un partenaire fondamental de la cognition humaine e de sa céativité.

Alain Berthoz


A revista é mesmo muito, muito interessante.


* Science & Vie, Setembro 2005.
 
segunda-feira, outubro 03, 2005
 


(aqui)



Uns tomam éter,
outros cocaína.
Eu já tomei tristeza,
hoje tomo alegria.
Tenho todos os motivos
menos um
de ser triste.


Manuel Bandeira



Bonito, não? Mas triste.
Mas bonito. E não tão triste afinal.



Não, não estou confusa :)
Tenho é sono----- e ---este ---- bocejo soube tão bem
----------- zzzzzzz.......

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Sur la marée haute je suis montée la tête est pleine mais le coeur n'a pas assez. Lhasa de Sela


mareehaute.is.vague@gmail.com

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