ccccff
La marée haute
segunda-feira, maio 30, 2005
  Conta-me um segredo

 
  Os segredos são segredos são ...

Através do Cap, descobri este local secreto, feito de intimidades anónimas.
Vejam. Para alguns será espreitar pelo buraco da fechadura, para outros será olhar ao espelho. Catártico? Não tenho dúvida que sim.
 
  Música chez moi

(desafio da Maria Árvore)

"porque recusá-lo seria como quebrar uma roda de mãos dadas" - acho que foi por esta frase musical que me apetece responder a este 'inquérito', e não por sentir que quebraria a roda. Aliás, não o vou passar a ninguém porque a roda das mãos que se querem unir continua a girar.

Tamanho total dos arquivos no meu computador?
O% +/- ;)
Último disco que comprei:
Acho que foi o de Anthony and The Johnsons.
Canção que estou a escutar agora:
Nenhuma.
5 canções que ouço frequentemente ou que têm algum significado para mim:
Difícil responder. Ultimamente tenho ouvido mais Lhasa de Sela, Anthony and the Johnsons, as bandas sonoras de Blanc, Rouge, Bleu, de Preisner, Gotan Project e mais uns quantos cd's que ciclicamente arejo.
E o que recordo: o 1º single (vinil) dos Xutos, Sémen, Os AC/DC em certas canções, os Whitesnake, e gosto de tanta música, de hoje e de ontem que ciclicamente oiço, ao sabor do momento. Paco de Lucia, Chavela Vargas, Eliseth Cardoso em Barracão (esta música arrepiou-me da 1ª vez que a ouvi, a interpretação é portentosa, a composição sublime)

E pronto! O próximo inquérito só acontecerá na presença do meu advogado!
 
  A primeira noite chez moi

O dia dava lugar a outro. Entrei no prédio, chamei o elevador. Pensei no novo ciclo e antevi a paz, a liberdade. Estava feliz, ia ter finalmente o merecido repouso.
Não havia televisão nem rádio a dissimular solidões inexistentes. Era a noite e era eu numa nova etapa comigo mesma, pela primeira vez a viver só comigo.
Em semi-vigília, senti que aquelas paredes não eram a minha casa. Pois uma casa faz-se e os amigos cultivam-se (de preferência com sal e açucar e um pouco de vinagre para testar a amizade) no tempo e à temperatura certos. E nestes anos fi-la minha, o meu espaço, a minha casa, local de encontro de Amigos e albergue que urgentemente procuro quando me chamam os meus silêncios.

Iátá! Hipatia, a primeira noite :)
 
domingo, maio 29, 2005
  É mais fácil arranjar nomes para filhos que títulos para posts

De repente Lóri não suportou mais e telefonou para Ulisses:
- Que é que eu faço, é de noite e eu estou viva. Estar viva está me matando aos poucos, e eu estou toda alerta no escuro.
Houve uma pausa, ela chegou a pensar que Ulisses não ouvira. Então ele disse com voz calma e apaziguante:
- Aguente.


(A Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres - Clarice Lispector)


***

Entrelendo dois livros de géneros completamente diferentes, cujo denominador comum é o facto de serem escritos por autores brasileiros, apago o tempo detendo-me em certas, certeiras frases de Lispector, cheias de pistas sugestões referências e uma força enorme feita de fraqueza, agonia e raios de sol imensos a entrar pela vida dentro.


***

De João Ubaldo Ribeiro leio, A casa dos Budas Ditosos, que é um romance estranho, provocador, não sei se gosto, a pornografia não me seduz por aí além, prefiro os requintes crus do erotismo. O livro tem o fio condutor mínimo e suficiente para dar a base, o pano de fundo às palavras do autor, que na primeira pessoa do feminino, explora fantasias sexuais, quebra tabus, tudo em nome do sexo. Não sei se é bom ou mau, mas é uma perspectiva mais. Há tabus - porque não dizê-lo? - que não devem ser quebrados. O do incesto por exemplo. É importante e apelativo diversificar as leituras, os autores, os géneros, abrir o espírito e deixar que ele seleccione naturalmente e se engane, se confirme, se descubra a si mesmo.

O livro é divertido dentro do género (adoro esta expressão, que se encaixa em qualquer opinião e que não diz rigorosamente nada) naquela linguagem solta para adultos e,
para terminar a noite, por entre o cansaço do feliz fim de semana,
só me falta espreitar a tv 7 dias ou lá como se chama a revista que traz a programação televisiva juntamente com as notícias das celebridades (na verdade compro-a por causa das toilettes dos vips, que eu televisão vejo pouco).
 
  Um livro de capa preta

É curioso pegar no livro do João Pedro da Costa, folhear as páginas, ler alguns 'posts' ali já transformados em textos em papel e imaginar as vezes em que os lia no computador, lembrar-me das brincadeiras e dos inúmeros comentários, dos risos, do espaço de tolerância e ponto de encontro, das pontes que se cruzaram e dos horizontes que se abriram, de músicas, de pessoas, e do rádio Tivoli (um dia hei-de comprar aquele rádio).
É familiarmente estranho. E é ao mesmo inevitável que o Ruínas Circulares se magicasse em livro, neste livro de capa preta que está aqui ao meu lado, que não é o meu, pelo que
...siga uma encomenda, sff;)

Justamente merecido que o blog desaguasse em livro.
 
sexta-feira, maio 27, 2005
  I am a bird now




É oficial! Tenho bilhetes para Anthony and the Johnsons, yes! Consegui bilhetes rés vés campo de ourique, ia em viagem, compro o jornal, o quê, dia 31?? Ligar Fnac, não fazem reservas com tão pouco tempo, ligar amiga, sorte, dia 31 lá estou :)))

Etiquetas:

 
quinta-feira, maio 26, 2005
  Tempos

Há algum tempo atrás alguém me disse:
Podes contar comigo para tudo. Eu estou aqui.


(O tempo muda tudo.)
 
  ;)

Agora ando na fase 'a blogosfera sou eu' e a poucos ou nenhuns blogs tenho ido.
Isto acontece-me sempre que viro a casa do avesso e mudo os móveis de sítio - depois apetece-me ficar aqui a descansar neste cadeira de blog, recebendo quem quiser vir e escrevendo ao sabor do desejo egoísta, do qual sou ama e senhora.
 
quarta-feira, maio 25, 2005
 




Tenho-o desde a adolescência, em single de vinil e a propósito de nada, a despropósito de tudo, apetece-me dizer que esta é uma das minhas músicas da vida. E nem quero conhecer outra dos AC/DC. Esta basta-me para a vida inteira. Foi amor para uma música só.

Bom feriado ou deverei dizer bom fim de semana?
Inscrevam-se na caixa de comentários para irmos a votos :)

Etiquetas:

 
  Das emoções sonolentas e atentas

Não precisaria que Clarice Lispector escrevesse esta frase dita por Ulisses a Lóri, para que tivesse dado entrada há muito no meu entendimento-intuição-dedução: Nos piores momentos, lembre-se: quem é capaz de sofrer intensamente, também pode ser capaz de intensa alegria.

Não faço a apologia do sofrimento nem o quero contrapor à indizível alegria; não espero, não desejo que sejam duas faces fatais da mesma moeda ou que se sucedam alternadamente. E além do mais, sofrer intensamente custa muito.

O que para mim é sofrimento, para outra pessoa poderá ser encarado como algo tão simples como beber água. A mesma água que bebo tranquila quando algo que poderia desabar sobre mim me endurece e adoça, e me espanta por me mostrar as forças até então desconhecidas.

Gostava que as alegrias fossem esfusiantes e o sofrimento moderado mas nem sempre (nunca?) é assim e não creio que as pessoas de paixões e sentimentos fortes, mesmo aparentemente cheias de bonomia consigam facilmente atravessar a terra de ninguém do indolor e incolor. E prevenir a dor não arriscando a entrega priva-nos da imensa alegria de viver.

O preço a pagar pela entrega passional pode ser a frustração quando sobrevém o desencanto. Porque não há contos de fadas. Porque se controem castelos no ar. Porque as nossas expecativas são legitima ou ilegitamente altas, porque a felicidade se constrói com escolhas, com rupturas, com certezas e algumas dúvidas. Porque (quase) nada nos é dado para sempre e há coisas que nos são dadas poucas vezes na vida.

E é batota dizer que o sofrimento não existe, que passa, que o mundo é vasto demais e há tanto a descobrir! Aquele sofrimento que não sofre por medo de sofrer (eu disse isto, sim) é o que se auto-anula e não se dá a si próprio o espaço de ser, inebriando-se em festas de solidões (des)acompanhadas. E sem ser, uma contrariedade num qualquer dia inesperado vai despoletar aquele medo mais antigo e raspar a ferida, sangrá-la. Sofre-se mais às prestações.
 
segunda-feira, maio 23, 2005
  Hoje o meu coração é duplamente vermelho



Hearts
Jim Dine



Adenda feita em 25 de Maio: quando daqui a 5 anos estiver a escrever no blog e me esquecer que acontecimento comemorou este post, diz-se à malta vindoura (incluindo eu, por supuesto), que se trata da VITÓRIA DO BENFICA NO CAMPEONATO NACIONAL EM 2005.


(Ah, pois!)
 
  O que avidamente leio e me apetece pousar...

Parecia-lhe que já fora tão experimentada que agora lhe deveria chegar dentro da lógica romântica dos humanos, a hora de reconhecer a paz.
(...)
E ele ainda achava pouco. Como explicar que, do longe de onde de dentro de si ela vinha, já era uma vitória estar semivivendo.
(...)
- Não tenha medo, disse ele sorrindo, não tenha medo de meu silêncio...Sou um louco mas guiado dentro de mim por uma espécie de grande sábio...




Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres
Clarice Lispector
 
sábado, maio 21, 2005
 


(Tom Everhart)

Cansada.
 
quarta-feira, maio 18, 2005
 



Porta del Tempo
Walter Valentini

Se tivesse as chaves da casa do tempo, entraria lá enquanto o sol se espreguiçasse e faria parar o relógio, suspendendo o mundo por umas horas; voltaria à hora crepuscular e estenderia o tempo numa bancada de pedra, e esticá-lo-ia de novo com o rolo com que se fazem os pastéis de massa tenra.
Depois, deitaria fora a chave, pois a programação estava feita e todos os dias se repetiria, àquelas horas certas, a suspensão do tempo.


E com isto me atrasei, porque, com chave ou sem chave, o tempo parou, mas o mundo não e agora ala que se faz tarde. Vou sair com olheiras mal disfarçadas porque se me acabou o corrector das ditas e 3 borbulhas mal resolvidas que decidiram atazanar-me o juízo. Valha-me um risco nos olhos, um batom que retire as atenções dos pontos negligenciados e um sorriso que, peço, esteja sobretudo no olhar.
 
terça-feira, maio 17, 2005
  Aprendizagem. A leitura.

O que acontecia na verdade com Lóri é que, por alguma decisão tão profunda que os motivos lhe escapavam - ela havia por medo cortado a dor. Só com Ulisses viera aprender que não se podia cortar a dor - senão se sofreria o tempo todo. E ela havia cortado sem sequer ter outra coisa que em si substituísse a visão das coisas através da dor de existir, como antes. Sem a dor, ficara sem nada, perdida no seu próprio mundo e no alheio sem forma de contacto.

Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres
Clarice Lispector


O apelativo na escrita de C. Lispector não é o entendimento; Pois ela é obscura, densa, apaixonada, luminosa, pura, criança, velha de ser.
Lê-se Lispector com a intuição, com a alma. Não sei nem me importa se tudo entendo. Quero apenas o prazer de sentir o embate frio e húmido das palavras na pedra em que por vezes se me transmuta o coração.
 
domingo, maio 15, 2005
  Eu gosto de

rosas azuis.

 
sexta-feira, maio 13, 2005
 

Este blog sorri em tons de rosa.
A Maria faz hoje 6 deliciosos meses.

 
quarta-feira, maio 11, 2005
  Alegria demorada*

Este poema tem um dia adormecido entre os braços.
Este dia torna-se poente a oeste do peito.
Este poente sente uma rua passar por suas veias.
Esta rua sobe ao céu em frente de uma casa.
Esta casa abre as asas quando chamo.
Estas asas amparam o sono de amêndoa de Jacqueline.
Jacqueline é o retrato de uma menina de onze anos.
Esta menina aproxima-me dez horizontes com os dedos.
Estes horizontes têm uma lua sentada nos joelhos.
Esta lua nasceu numa janela minha, que já não canta.
Esta janela recupera seu céu e eu regresso pelos olhos.
Estes olhos viram uma rapariga que sorri.
Esta rapariga reclina a voz num pássaro que passa.
Esta voz é o eco dos passos do entardecer.
Este eco descansa meus caminhos e enxuga minhas estrelas.
Estas estrelas, que são filhas de tua noite e minha fronte.
Esta fronte, onde um rei de fogo governa um país de neve.
*


Francisco Luis Bernárdez
Argentina,
(1900-1978)



Boa noite :) sonhos seremos e alegria demorada, a que se demora a ficar enredada em quatro braços de abraço.
 
terça-feira, maio 10, 2005
  "Elles pénètrent le coeur du sable"



La vague
Kupka

Fui à Tabacaria, e, com a devida vénia à Elvira, copiei a imagem e este excerto do poema L'assaut des vagues, que acho belíssimo e porque é importante conhecer e divulgar poetas menos conhecidos no mundo ocidental, para que se veja e sinta quão perto navegam os sentimentos dos homens, por mais que geográfica e culturalmente estejam afastados. Talvez só o coração nos aproxime e enquanto houver coração em chama teremos uma porta aberta para o entendimento e a solidariedade global. No último post falei de Ali Farka Touré, um dos músicos africanos mais conhecidos a nível mundial, agora trago a poesia do africano Kiné Karama Fall.


Elles pénètrent le coeur du sable
Qui attendait comme une esclave son maître
Et s'en retournent en leur propre coeur
En leur propre corps, à la source des vagues
Elles s'en retournent en murmurant tout bas
Je laisse mon sourire courir sur elles
Et donne libre cours à mes yeux
Fascinés par leurs jaillissements


Kiné Karama Fall


Poètes d'Afrique et des Antilles
Anthologie de Hamidou Dia
Ed. La Table Ronde/ La Petite Vermillon

Obrigada, Elvira:)*
 
segunda-feira, maio 09, 2005
 

Vou arranjar um blog novo para passar incógnita.
Aceitam-se sugestões de nomes.



 
segunda-feira, maio 02, 2005
 


Blown Away
Steigman
 
  Fim de semana cinéfilo

Shine,
Pulp Fiction,
Goodbye Lenine


a loucura, o medo, a paixão de um homem
a violência, a solidariedade, os jogos de poder
o amor
 
  Lugares

Um lugar como este é feito também de silêncios, de vazios, de páginas em branco.
Não me apetece comentar nem pensar muito, apetece-me entrar num estado de alienação privilegiado feito de livros, de músicas e sms's de amigos a dizer 'gosto de ti', aos quais responderia com um lacónico :).
Essas ilhas de ausência têm um potencial perigo; ou nos reparam interiormente ou nos afastam dos outros, criando um mundo irreal, ilhas de solidão onde é penoso caminhar demasiado tempo, o tédio espreita e o círculo vicioso inicia-se.
Mas há a beleza das coisas e das pessoas que nos esperam, a quem dizemos, sem voz,

(...) não me importo de adoecer no teu colo
De dormir ao relento entre as tuas mãos.


(Daniel Faria)
 
Sur la marée haute je suis montée la tête est pleine mais le coeur n'a pas assez. Lhasa de Sela


mareehaute.is.vague@gmail.com

Praias
  • Associação Salvador (Salvador Mendes de Almeida)
  • A barbearia do senhor Luís
  • Abrupto
  • Academia dos Livros
  • Acto falhado
  • Almocreve das petas
  • Ana de Amsterdam
  • A Natureza do mal
  • A origem das espécies
  • A origem das espécies
  • Artedosdias
  • Apenas mais um
  • Aqui e agora
  • À rédea solta
  • artedosdias
  • avatares de um desejo
  • Aventar
  • Bandeira ao vento
  • Binoculista
  • Blasfémias
  • BlogOperatório
  • Blogue dos marretas
  • Blogville
  • Branco sujo
  • Caderno de Campo
  • Canela moída
  • Casadeosso
  • Casario do ginjal
  • Charquinho
  • Chez 0.4
  • Cibertúlia
  • Ciranda
  • Cócó na fralda
  • Com menta
  • Controversa maresia
  • Conversamos?!
  • Curiosidades
  • Da literatura
  • Delito de opinião
  • Dia de preguiça
  • Depois do trauma
  • Desesperada esperança
  • Directriz
  • Diz que não gosta de música clássica?
  • Do Portugal profundo
  • Drowned world
  • "Estranha maldição"
  • Equinócio de outono
  • Espero bem que não...
  • Fernão capelo gaivota
  • Folhinha Paroquial
  • Garfiar, só me apetece
  • Gapingvoid
  • Garficopo
  • Geração de 60
  • Gil Giardelli
  • Hummmm... i see
  • Infinito Pessoal
  • Invicta Filmes
  • Irmão Lúcia
  • João Pereira Coutinho
  • Jornalismo e comunicação
  • La double vie de veronique
  • Largo da Memória
  • Lauro António apresenta...
  • Leio a Vogue e o Saramago
  • Lua de lobos
  • Marjorie Rodrigues
  • Mas certamente que sim!
  • Ma-schamba
  • Memória virtual
  • Meus Mandamintos Poéticos
  • Miniscente
  • M.me mean
  • Não compreendo as mulheres
  • Não compreendo os homens
  • Nome de rua quieta
  • Nós Vencedores
  • Novos voos
  • O Insurgente
  • O mundo tem inscrições sempre abertas
  • obvious - um olhar mais demorado...
  • Ortografia do olhar
  • O Ser Fictício
  • O Universo numa Casca de Noz
  • Palombella rossa
  • Para lá do espelho
  • Partilhas
  • Pau para toda a obra
  • Pedro Rolo Duarte
  • People who...
  • Piano
  • Pimenta negra
  • Ponto sem nó
  • Premiere
  • Prosimetron
  • Púrpura secreta
  • Porta-livros
  • Raízes e antenas
  • Red Dust
  • Renascido
  • Respirar o mesmo ar
  • Rua da judiaria
  • Salete Chiamulera
  • Sem tambores e sem trompetes
  • Sexualidade feminina
  • Singrando horizontes
  • Sinusite crónica
  • Sol & tude
  • The old man
  • The Huffingtonpost
  • Um amor atrevido
  • Uma mulher não chora
  • Um chá no deserto
  • Um filme por dia não sabe o bem que lhe fazia
  • Um homem na cidade
  • Um piano na floresta
  • vontade indómita
  • Voz do deserto
  • Voz em fuga
  • Way to blue
  • Zumbido
  • 31 da armada
  • 50 Anos de Filmes
  • 100 nada
  • Guia do Lazer.Público
  • Time out
  • Cinecartaz.Público
  • Cinemateca
  • IMDB - The Internet Movie Database
  • Hollywood yesterday and today
  • Centro Cultural de Belém
  • Culturgest
  • Fundação Calouste Gulbenkian
  • Instituto dos Museus e da Conservação
  • Museus Portugal
  • Instituto Franco-Português
  • Le cool Lisboa
  • Pavilhão do Conhecimento
  • Dicionário e enciclopédia Porto editora
  • Bertrand
  • Fnac
  • Bartleby.com
  • Love your body
  • Sintonizate
  • Windows Media Guide
  • Agenda Uguru
  • TicketLine - Compra de bilhetes online
  • BBC on this day
  • Magnum photos
  • How To Do Just About Everything
  • Logitravel.pt
  • The Slow Movement
  • ViaMichelin
  • Arquivos

    Setembro 2004
    Outubro 2004
    Novembro 2004
    Dezembro 2004
    Janeiro 2005
    Fevereiro 2005
    Março 2005
    Abril 2005
    Maio 2005
    Junho 2005
    Julho 2005
    Agosto 2005
    Setembro 2005
    Outubro 2005
    Novembro 2005
    Dezembro 2005
    Janeiro 2006
    Fevereiro 2006
    Março 2006
    Abril 2006
    Maio 2006
    Junho 2006
    Julho 2006
    Agosto 2006
    Setembro 2006
    Outubro 2006
    Novembro 2006
    Dezembro 2006
    Janeiro 2007
    Fevereiro 2007
    Março 2007
    Abril 2007
    Maio 2007
    Junho 2007
    Julho 2007
    Agosto 2007
    Setembro 2007
    Outubro 2007
    Novembro 2007
    Dezembro 2007
    Janeiro 2008
    Fevereiro 2008
    Março 2008
    Abril 2008
    Maio 2008
    Junho 2008
    Julho 2008
    Agosto 2008
    Setembro 2008
    Outubro 2008
    Novembro 2008
    Dezembro 2008
    Janeiro 2009
    Fevereiro 2009
    Março 2009
    Abril 2009
    Maio 2009
    Junho 2009
    Julho 2009
    Agosto 2009
    Setembro 2009
    Outubro 2009
    Novembro 2009
    Dezembro 2009
    Janeiro 2010
    Fevereiro 2010
    Março 2010
    Abril 2010
    Maio 2010
    Junho 2010
    Julho 2010
    Agosto 2010
    Setembro 2010
    Outubro 2010
    Novembro 2010
    Dezembro 2010
    Janeiro 2011
    Fevereiro 2011
    Março 2011
    Abril 2011
    Maio 2011
    Junho 2011
    Julho 2011
    Agosto 2011
    Setembro 2011
    Outubro 2011
    Novembro 2011
    Outubro 2012










    Powered by Blogger




    referer referrer referers referrers http_referer