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La marée haute
quinta-feira, setembro 30, 2004
  ARRosa

António Ramos Rosa. Quando a poesia e a filosofia se entregam mutuamente, com despojamento e paixão...


Este poema é absolutamente desnecessário
pela simples razão de que poderia nunca ser escrito
e ninguém sentiria a sua falta
Esta é a sua liberdade negativa a sua vacuidade dinâmica
e o movimento da sua abolição
a partir do seu vazio inicial
Mas qual é a sua matéria qual o seu horizonte?
Traçará ele uma linha em torno da sua nulidade
e fechar-se-á como uma concha de cabelos ou como um útero do nada?
Ou será a possibilidade extrema de uma presença inesperada
que surgiria quando chegasse a essa fronteira branca
que já não separaria o ser do nada e no seu esplendor absoluto
revelaria a integridade do ser antes de todas as imagens
a sua violência inaugural a sua volúvel gestação?



António Ramos Rosa

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quarta-feira, setembro 29, 2004
 

Ainda bem que estou aqui sozinha ou pareceria uma tontinha em frente ao computador. eheheeh. Não se passa nada, é cá uma coisa comigo e com o gatito.

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terça-feira, setembro 28, 2004
  Majorda Beach, Goa




inspirada aqui

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segunda-feira, setembro 27, 2004
  os meus avós e a sua bisneta

Tenho a sorte de ter os meus dois avós vivos, do lado materno. Fizeram a semana passada 63 anos de casados. Uma eternidade bonita de que me envaideço, tola como sou com a família.
O meu avô é um homem alto e de olhos azuis, de ar pujante apesar dos 84 anos e saudoso dos tempos em que tinha força para trabalhar no campo, ir à caça, dirigir o negócio familiar. Quando era novo, vejo pelas fotografias amarelecidas, tinha um ar ariano, alto e magro, pele muito clara, com olhos azuis e transparentes de mar calmo, cabelos loiros e feições elegantes e clássicas. A minha avó, morena, roliça e de olhos verdes, deu-lhe a volta em três tempos e casaram aos 20 anos. Tiveram duas filhas lindas que mantêm o charme, acrescido com a neta-a-chegar.
E no breve Novembro vão os meus avós ser promovidos a bisavós, com a primeira bisneta, a bébé-poema desta tia vaidosa.

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Numa certa parte de nós mesmos, todos vivemos para além do tempo. Talvez só tomemos consciência da nossa idade em certos momentos excepcionais, permanecendo sem idade a maior parte do tempo.

Milan Kundera
A imortalidade

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  post absurdo

Devo ser das poucas pessoas que conheço que se não estiver mesmo atenta, é do mais despistado que há. Isto para dizer que finalmente encontrei a forma de enviar mails colectivos sem tornar os destinatários identificáveis uns para os outros, dúvida quase existencial que me perseguia. Eu sei que escusava de expôr de forma tão gritante a minha ignorância que corre o risco de aparentar falsa ingenuidade, mas apeteceu-me, expôr ou não expôr tanto faz, o absurdo existe à mesma. Leio O estrangeiro pelo que este post talvez não faça sentido. Ou talvez sim.
Obrigada pelas ajudas; no entanto, devo dixer que decobri sozinha - A Maffy é testemunha da minha 'descoberta' - ontem em directo no MSN. O Garfield diria, respondendo a tal feito: Mal posso conter o meu entusiasmo".
Pois é, gato, perdoa-me o óbvio :)

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domingo, setembro 26, 2004
  Violently happy*

Ia-me apaixonando hoje e cometendo uma loucura. Que olhos, meu Deus, que charme. Ainda bem que não fiquei mais tempo ao pé do carro ou era tiro e queda e agora tê-lo-ia no colo, a fazer-lhe festas.
Saía eu de casa hoje pela manhã para comprar jornal, tomar café e sumo de cenoura que é excelente para prolongar o bronzeado que não tenho; tinha vestido uma t-shirt branca, amarrado o cabelo e posto os óculos escuros; saí boémia e simples, às vezes sem pensarmos no assunto seduz-se mais que quando se pensa nisso. Deve ter sido esse bem estar comigo que o gatito viu em mim. Era bébé ainda, e mal me aproximo do carro, salta lá de baixo e olha para mim como que pedindo-me para eu ficar (ou o trazer comigo) e lhe dar mimo. Avançava quando eu apenas olhava para ele, retraía-se e voltava para o lugar seguro quando eu aproximava a mão na vontade de o acariciar. Estivémos naquele demorado jogo uns bons minutos, cada um a seduzir o outro, naquele limiar no encanto mútuo e mais demoraríamos se eu me tivesse deixado levar na conversa daqueles olhos. E agora estaria ele aqui. Congratulo-me de me ter vindo embora a tempo - adoro os felinos e aquela raça em especial é a minha preferida de todas quantas conheço ou venha a conhecer. Listado o gato, meio tigre me lembra.
Ainda bem que o não trouxe, a ele que me estava com os olhos a pedir para vir. Mas não pediu o suficiente. Agora podíamos estar os dois cúmplices aqui sentados, eu a ler, ele a testar a minha tolerância nos ataques ao sofá, ambos trocando esse precioso e independente afecto entre gatos e homens.
Foi melhor assim.


*não tem nada a ver com o gato, apenas gosto desta música da Björk ;)

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sexta-feira, setembro 24, 2004
  you just have to

À hora do almoço folheava a Visão de há uns dias - como quero seguir a ordem cronológica e ando sempre atrasada leio o que resta das novidades da semana anterior; acho que isto é o mesmo que andar semanas a comer pão duro, para seguir a sequência da compra. Cada um tem a sua tara, eu não vou dizer qual é a minha, até porque não existe (claro q não...) e esse mordiscar do passado recente faz parte do charme das mulheres maduras. Right, girls?
E dito isto ainda não disse nada, sou perita em disfarçar quando estou nervosa. E perguntam vocês porque estou nervosa (ouve-se à distância um débil coro feminino, perguntando 'porquê'). E eu digo que não estou nervosa, estou é com uma grandecíssima dor de cabeça e em tudo à volta, raios partam que até me atingiu o dente.
Não há nada mais inversamente semelhante a uma sexta à tarde no trabalho que uma manhã de segunda. Livra que arrepia tal correspondência, até fico a pensar se existe alguma ordem divina nos acontecimentos. Estás feliz? 'Pera aí que já te apanho. Tristinha? Calma, tudo passa. Nã, não me apanham nessa. As coisas são o que são e Deus é pai. E sendo o que são, de que é que falava a revista? Pois era esse o assunto que me trouxe a terreno perigoso: a infidelidade, tema de um artigo e areia movediça como nos Patinhas da minha infãncia (sei lá como, mas havia sempre alguém que desaparecia em areias movediças, e tantas eram as vezes que eu ainda me arrepio e pergunto se existem mesmo tais terrenos que engolem).
Infidelidade. Aparte a questão moral e católica à volta da questão - e eu assumo-me como católica, não praticante direi en passant, há uma parte terrivelmente humana. Será este um velho cliché, que se diz que aos homens basta a oportunidade para... tal mas as mulheres precisam de um motivo para... truca?
Lia na bendita revista de há duas semanas q possivelmente já estará desactualizada dada a velocidade dos relacionamentos, do amor e do não amor, que cada vez mais as mulheres fogem aquele lugar comum de associar o sexo ao amor e cada vez mais se equiparam ao homem no que respeita à dissociação entre um e outro (Só tenho que aplaudir qualquer forma diferenciada de ser e sentir em função do género)
Ou seja, as mulheres andam a trair mais e quando as mulheres traem o caso pia mais fino já que as mulheres, por educação?, sensibilidade?, especificidade de ser mulher? quando saltam a vedação estão já numa fase de frieza emocional e para elas (para nós, ora) trair é já resultado de um afastamento emocional. E não residirá aí a verdadeira traição, pergunta-nos a embirrante consciência.
Bom, tenho mais perguntas que respostas, nada que me atormente.
E tu, ousa traír-me. Far-te-ei conhecido na Terra inteira como o abominável homem a quem recusei a frieza da neve. Morrer desejarás pois se não puderes mergulhar na neve comigo onde o lume?



join your lips and
blow
...

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quinta-feira, setembro 23, 2004
  Up-Hill

Does the road wind up-hill all the way?
Yes, to the very end.
Will the day's journey take the whole long day?
From morn to night, my friend.

But is there for the night a resting-place?
A roof for when the slow dark hours begin.
May not the darkness hide it from my face?
You cannot miss that inn.

Shall I meet other wayfarers at night?
Those who have gone before.
Then must I knock, or call when just in sight?
They will not keep you standing at that door.

Shall I find comfort, travel-sore and weak?
Of labour you shall find the sum.
Will there be beds for me and all who seek?
Yea, beds for all who come.


Christina Rossetti

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  bdgato

Eu vou é deixar-me de histórias e pegar na bd do Garfield - a Sábado traz semanalmente um livrito de banda desenhada do gato mais manhoso e terno de todos os tempos.
'Bora, gato, cama!

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quarta-feira, setembro 22, 2004
  O primeiro dia de Outono

Hoje é um daqueles dias em que tenho tanto cá dentro, tantas emoções à solta, tantos pensamentos a cruzarem-se a mil à hora, tanta tanta tanta coisa que ou fico a noite inteira a escrever e, chegada a manhã, vejo toda a densidade dos dias escoada nas palavras, ou suspendo o fio das emoções e da razão e fico contida, guardando toda a riqueza do que sinto, vejo e absorvo que por ser intenso amplo, nenhuma palavra poderá alcançar. Se pintasse, se tocasse piano ou se praticasse páraquedismo, três paixões que hei-de concretizar quem sabe, exprimiria nesse limite do ser que são as paixões, tudo o que fica por dizer, tudo o que não precisa ser dito.

Para não dizer o que não digo, leio este poeta premonitório de si mesmo e dos demais, é assim que o vejo, é assim que me toca esta sua forma de ser que já foi.


As estações, por exemplo - não sou o único que o digo -,
Não rodam à maneira dos carrosséis no largo. No Outono
A magnólia é pensativa como o homem
Que te olha por detrás da janela onde te escrevo.
No Inverno os vidros vão embaciando - aproxima
A tua mão da paisagem que resta
Como se fora o lado do verbo que encarnou. Repara
No banco de pedra - ele está
Sobre ti.
Tu és a criança sentada
Que olha para o céu. Há um tesouro
No céu - um coração novo. Reconheces
A magnólia estelar? O interstício solar
Da pupila celeste? Ela está sobre ti
E contempla - é verdade que é pelas lágrimas
Que começam as visões.


(Daniel Faria)

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terça-feira, setembro 21, 2004
  Acordar...

Tomo banho, abro todas as janelas da casa e deixo que o ar entre e a respire. É quase noite e o dia nasce. Espreito pela janela para me inspirar na escolha da roupa a vestir, mas vejo o rio e concentro-me nele, ignorando os prédios à volta, a roupa. Olho a beleza quase irreal daquela língua de água iluminada pelas luzes acesas da noite e pelo sol que se anuncia, bola de fogo. Da outra margem do rio as várias árvores à volta, a planície ampla e o nevoeiro compõem o cenário fantasma das histórias de mistério.
E a hora mágica foi-se, eu....eu quase adormeço de novo. Ir já para a cozinha, fazer um café!...bom dia!

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segunda-feira, setembro 20, 2004
  Estranho idílio

Há dias em que...encontramos como uma estranha aquela a que amamos.

Albert Camus
O estrangeiro

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  Indy

Indy - nome que aqui darei a outro amor pequenino que tenho, uma menina de quase 8 anos com ar e modos de índia bailarina, feminina, forte e frágil como um vidro de Murano.

Nenhum vidro é forte no sentido comum da palavra. Mas como gosto de lugares pouco comuns lembro que o vidro só em quente se deixa moldar - depois de sólido enfrenta a tempestade e a alegria permanecendo vivo belo e inatingível a não ser que seja alcançado, caso em que se lhe parte o coração, sem remédio e para sempre.



Conversa de ontem entre a vague e a indy.

- Gostavas de ter um gato?
- Não sei...
- Não sabes??
- Não sei se preferia um gato ou uma gata.

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quarta-feira, setembro 15, 2004
  As meninas

Como esta tia anda meio lamechas à conta do nascimento da catraia, lá vem poema a condizer com a menina-poema que a cegonha vai trazer em Novembro.


as meninas, 2

lavam os dentes, já tomaram banho,
e em suas camisinhas de flanela
dão boas noites numa tarantela,
são cinco-réis de gente no tamanho.

as meninas já estão a bom recato.
não queriam ir dormir. choramingaram.
houve histórias de fadas em que entraram.
depois, tombou o livro num sapato.

amanhã de manhã levam vestida
a blusinha de lã azul xadrês,
a saiinha encarnada, as meias pretas,

mas no país da bela adormecida
há flores e pintaínhos e talvez
um gato, um peixe, um cão e borboletas.

Vasco Graça Moura, (1942)

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terça-feira, setembro 14, 2004
  vernissage

(Ora bem, ainda falta acertar as horas no blog...vou fazer experiência...passam alguns minutos da meia noite, hoje é 15 de Setembro - vamos lá ver qual a hora que aparece)

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  O nome

- "Ana Paula?!"
- É. Por quê?
- Conta outra.
- Meu nome é Ana Paula.
- Você não vai acreditar, mas eu sempre sonhei em encontrar uma Ana Paula.
- Mesmo?!
- E o meu sonho era...você. Escrito.
- Mesmo?!
- O cabelo, os olhos, até o formato do rosto.
- Que coisa!
- Sabe de uma coisa? Eu estou achando isso muito suspeito.
- Suspeito?
- Você não se chama Ana Paula, chama?
- Juro!
- Está pensando o quê? Pode parar.
- Mas...
- Você não me engana. Está tudo perfeito demais. Até o dentinho um pouco torto. Aí tem coisa. Peralá.
- Que coisa podia ter?
- Você acha que os sonhos se realizam, assim, no mais?
- Só sei que o meu nome é Ana Paula.
- Você ia chegar assim, como eu sempre sonhei? Até o jeito de falar. Pára.
- Desculpe se eu...
- Não. Pára. Aí tem coisa. Comigo não. Não caio nessa.
E ele se afastou às pressas, fugindo, quase derrubando o sorveteiro.



(Luis Fernando Verissimo)

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domingo, setembro 12, 2004
 



Person at The Window
by Salvador Dali




Sur la marée haute
je suis montée
la tête est pleine
mais le coeur n'a
pas assez


(Lhasa de Sela)

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Sur la marée haute je suis montée la tête est pleine mais le coeur n'a pas assez. Lhasa de Sela


mareehaute.is.vague@gmail.com

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