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La marée haute
quarta-feira, outubro 31, 2007
  Jacques Brel - La chanson des vieux amants



Jacques Brel - La chanson des vieux amants

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  Perfeita

AC/DC - Back in Black - uma das músicas do núcleo duro que me acompanha desde a tenra - e sábia! - idade da adolescência.
 
  Inteligência sexual - patente F.E.Q.I.

Numa revista feminina o empobrecimento cultural e não só fomentado é dramático e insulta a inteligência intelectual, emocional e sexual do povo português (tipo de inteligência F.E.Q.I*).
Veja-se os títulos da capa da revista, para além do recorrente caso dos pais McCann: "Que dizer e que fazer depois de um orgasmo". Os meus olhos desviaram-se do cesto das compras para o expositor de revistas, alertados por pressentimento de desgraça. E como chamar a estes títulos senão desgraça? :)

*Inteligência F.E.Q.I. - inteligência inventada por mim: 'fui eu que inventei'
 
segunda-feira, outubro 29, 2007
  Michael Bublé - Everything

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  olhos, trevas, relâmpago,visão, perfeição

A noite veio de dentro, começou a surgir do interior de cada um dos objectos e a envolvê-los no seu halo negro.
Não tardou que as trevas irradiassem das nossas próprias entranhas, quase que assobiavam ao cruzar-nos os poros.
Seriam umas duas ou três da tarde e nós sentíamo-las crescendo a toda a nossa volta. Qualquer que fosse a perspectiva, as trevas bifurcavam-na: daí a sensação de que, apesar de a noite também se desprender das coisas, havia nela algo de essencialmente humano, visceral. Como instantes exteriores que procurassem integrar-se na trama do tempo, sucediam-se os relâmpagos: era a luz da tarde, num estertor, a emergir intermitentemente à superfície das coisas. Foi nessa altura que a visão se começou a fazer pelas raízes. As imagens eram sugadas a partir do que dentro de cada objecto ainda não se indiferenciara da luz e, após complicadíssimos processos, imprimiam-se nos olhos. Unidos aos relâmpagos, rompíamos então a custo a treva nasalada.


Luis Miguel Nava

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domingo, outubro 28, 2007
  Perfect days can get better



Charles Trenet, La mer

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domingo, outubro 21, 2007
  This salvation I desire keeps getting me down

Its a fire
These dreams they pass me by
This salvation I desire
Keeps getting me down

Cos we need to
Recognise mistakes
For time and again

So let it be known for what we believe in
I can see no reason for it to fail.... ...

Cos this life is a farce
I can't breathe through this mask
Like a fool
So breathe on, sister breathe on

[INSTRUMENTAL]

From this oneself
Testify or tell
Its fooling us now

So let it be known for what we believe in
I can see no reason for it to fail...

Cos this life is a farce
I can't breathe through this mask
Like a fool
So breathe on, little sister, breathe on
Ohh so breathe on, little sister, like a fool



Portishead
 
  Pas Paris

Eu não estou em Paris mas em Paris alguém dá boleia.
 
terça-feira, outubro 16, 2007
  It's A Fire...



Portishead

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Outubro é um mês de fôlego.



Javier Bardem
 
  Perfect days can get better

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segunda-feira, outubro 15, 2007
  "Espalhar solidariedade é sinal de que ainda somos humanos"



Sigo a corrente do Blog Solidário que a Maria Árvore me entregou, a mim e a mais seis, no Chez Maria, acreditando, tal como ela, que espalhar solidariedade é sinal de que ainda somos humanos.

Nomeio os seguintes, sendo que em relação a alguns não sei se os nomeio pelos blogs se pelas pessoas lá escondidas, que, cada uma à sua maneira, me mostrou o seu forte lado solidário e humano. E foi muito forte. Ou isso ou eu sou sensível:)

Ana G.
Bastet
Cap
Hipatia
Isabel Magalhães
Lauro António
Maria Árvore
Noite
Partilhas
Paulo Querido
 
  Billie Holiday - Lover Man

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  sem nada mais que o ir

este blog não tem linha editorial rígida
nem outra não tem objectivos

que não sejam os de dar expressão aquilo que esta pessoa
atrás deste écran quer dar expressão

reserva-se o direito e o prazer de falar de temas vários mudar de rumo
seguir o vento

dispersar-se desconcertar-se desconcentrar-se

voar navegar pela poesia sem dia certo

cortar a direito deslumbrar-se sonhar

pôr os pés no chão
e o nariz no ar
arrebitado e feliz
 
 



só podia ser amor o que eles traziam nos olhos.
 
domingo, outubro 14, 2007
 

Recua
e encontrarás um lugar
aos quatro ventos aberto.

Recua
nenhum amor se avista
assim ao perto.



Nuno Higino

(n. 1960)

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  Nick Cave / Kylie Minogue - Where The Wild Roses Grow

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  A entrevista

de Catalina Pestava ao Sol está aqui.

Via Do Portugal Profundo.
 
  Catalina Pestana

é uma mulher de fibra. Acho admirável a frontalidade e o desembaraço com que expõe as suas opiniões sobre o processo Casa Pia, que muitos querem ver abafado.
Entre outras razões, o facto de não fazer política activa, confere-lhe credibilidade e isenção. Revela um bom senso que vai sendo parco hoje em dia, na política e fora dela, mas que me parece elementar e que se revela, por exemplo, nisto: O afirmar claramente no semanário Sol do choque que sentiu quando Paulo Pedroso foi ovacionado no Parlamento após longos meses na prisão à conta do processo Casa Pia. Partilho com ela esse espanto a que acrescento a minha sensação de surrealismo do facto. Eu admito que os amigos de PP tenham ficado satisfeitos quando ele deixou de ser arguido. Daí a ovacionar-se no local de representação nacional por excelência, uma pessoa que deixou de ser arguida em crimes sexuais...vai uma enorme carência de bom senso, contenção, pudor, respeito pelo local em causa e pelos cidadãos. E dizer Manuel Alegre que a sua libertação foi um segundo 25 de Abril é ofensivo para as pessoas que lutaram contra a ditadura e conquistaram para todos nós o direito de expressão sem medo.
Gosto da Catalina Pestana. É objectiva, clara, corajosa e é livre para falar.
Ah quantas verdades se esconderão entre os factos e aquilo que os advogados mediáticos irão querer iludir.
Não acredito neste processo. Não acredito que a montanha tenha parido um rato. Acredito que os advogados irão conseguir desmontar as provas e, sem provas, por muito grande que seja a convicção do julgador da culpa, não haverá caso.
Está provado que a esmagadora maioria dos abusadores sexuais e pedófilos em particular, tem uma dupla face, uma dupla vida. Pelo que, não será pela aparência inocente dos arguidos que nos devemos deixar convencer.
Se a verdade conseguir falar, furar o muro de silêncio, sabotar as mentiras compradas...será um grande passo em frente na luta contra a pedofilia. Mas penso nos altos interesses políticos que podem estar (estão?) envolvidos neste caso e quase desisto de acreditar.
 
  Frank Sinatra - You Make Me Feel So Young



perfeito.

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sábado, outubro 13, 2007
 

é isto que é preciso dizer: daqui ninguém sai sem cadastro.

Al Berto

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Tenho a boca alucinada com a tua língua na minha língua na tua boca.

Manuel Gusmão

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sexta-feira, outubro 12, 2007
  Um dia onde

12

outubro

mil novecentos e noventa e seis

seis e noventa e novecentos mil

outubro

12

e tanta coisa depois
 
quinta-feira, outubro 11, 2007
 

Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros.

Clarice Lispector...

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  Ney Matogrosso - Balada do Louco




química antiga.

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quarta-feira, outubro 10, 2007
 



Nusch et Sonia Mosse
Man Ray
 
  !!

Estou assim a modos que furiosa com o Daily Mail. Então não é que - espantai-vos gentes honradas - não publicaram um comentário meu a um artigo ontem publicado? Sim, eu sei que os comentários são pré-visionados e que o jornal se reserva o direito de os publicar. Sei também que porfiei toda a noite, ansiosa, entre incursões ao sítio e viagens ao msn deserto e nem sinal do meu comment. Vencida pelo cansaço, sono e desilusão, adormeci encostada a uma coluna romana que me apareceu em sonhos. Acordei febril, com os olhos raiados de sangue e foi com um ar assassino - assumo - que me sentei à secretária.

A única explicação que encontro para tal afronta nem sei qual é. Escrevo e falo melhor a Lingua Inglesa que a maior parte dos estrangeiros, tenho um pensamento ordenado e coerente, que temiam eles, concorrência? Ups! Agora me lembro: esgotei o plafond de palavras. A ser publicado seria um texto enorme e em franco contraste com os outros pobrezinhos. E, lá está! voltamos ao mesmo: a temida concorrência (por acaso não desprestigiaria nenhum jornal, fosse o Daily Mail ou o Correio de Trás-Os Montes!)


:) Espero que tenha conseguido passar a mensagem de que os únicos factos aqui mencionados são dois: o envio do comentário e a não publicação do mesmo. O resto é excesso de imaginação que tenho que deixar sair pelos poros abertos do meu corpo, das mãos, dos dedos que perseguem impiedosamente estas teclas cansadas de sofrer!
 
terça-feira, outubro 09, 2007
  A grinalda amarela

Debbie, olha, é um pouco minha também! a chama.

As únicas pessoas autênticas, para mim, são as loucas, as que estão loucas por viver, loucas por falar, loucas por serem salvas, desejosas de tudo e ao mesmo tempo, que não bocejam, mas ardem, ardem, ardem como fabulosas grinaldas amarelas de fogo-de-artifício a explodir.

Jack Kerouac

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Esta foi a última edição da Première portuguesa que comprei. Agosto.
Não vou comprar a de Outubro. Não gosto de despedidas.
 
  não sei se é possível morrer-se de amor

(eu morro de cada vez que a leio)


...........E tu não tardes, que eu fiz um bolo
de ervas com canela; e há compota de ameixas
e suspiros e um cobertor de lã na cama e eu

estou assustada. A lua está apenas por metade,
a terra treme. E eu tremo, com medo que não voltes.



Maria do Rosário Pedreira

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  This Mortal Coil - Song to the Siren "Cocteau Twins"

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  =

Tem razão. Não importa o quanto se trabalha. Importam os resultados que se atingem.
É óbvio, não é?

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segunda-feira, outubro 08, 2007
  Pedro Sena-Lino

só com palavras posso penetrar-te
subir-te os flancos
demorar-te os gestos na fonte

só com palavras te despir os ombros
arder-te a morte nos lábios
e abrir-te um sulco de mar

só com palavras te comprar por gestos
entrar-te pelos olhos da infância
como um adulta lenda de morto

só com palavras poso prolongar-te
rasgar entrada no corpo do poema

só com palavras impedir-te instante
de deus fugaz o porto perecível


com palavras só
só com palavras



Pedro Sena-Lino
(n.1977)

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  and now

de seguida, mais poemas tristes e impossivelmente belos.
não saia do seu lugar.

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domingo, outubro 07, 2007
  Silence - Jan Garbarek,Egberto Gismonti,Charlie Haden



somos tão novos e estamos tão perdidos. o teu silêncio
dentro dos gritos das árvores, o meu silêncio sobre o
entardecer. seria feliz se pudesse dizer-te: vem,
vamos fugir de mãos dadas, amor.


José Luís Peixoto
(n. 1974)

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  Cuidados Paliativos

Começa a falar-se com frequência acrescida de Cuidados Paliativos, que são uma forma de humanizar a morte, homenageando a vida (e homenageia-se a vida quando há consciência de que se deve torná-la o mais confortável possível, até ao fim).
As Consultas de Dor (que existem, salvo erro, no I.P.O. de Lisboa e no Hospital de Santa Maria) e os Cuidados Paliativos, se não o são, deveriam ser uma prioridade ao mesmo nível da luta contra a doença porque se fundam no reconhecimento da dignidade no viver e no morrer.

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  E já agora

porque não sondar o seu valor de mercado?

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sábado, outubro 06, 2007
 

trago dentro de mim um mar imenso
feito de vagas tristes
e sonhos vagos

o horizonte é uma manhã
que eu quis minha para ser eu

e para porto de abrigo escolhi uma tarde
que soubesse chorar a morte do sol


.......................................................................de Quando o verão acabar

José Rui Teixeira

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  Amália



Gaivota



Amália (01/07/1920 - 06/10/1999)



Lembro-me de um concerto no Coliseu, em 1987, os meus pais e a descendência, eu meio reticente e, no fim, quase rendida. Desde então tenho vindo a gostar cada vez mais de Amália. É extraordinária, é, será sempre.





Com que voz

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  5/10/1910 - pequena homenagem a bisavô

O dia 5 de Outubro merece o meu reparo pela admiração de bisneta: o meu bisavô foi activista lutador pela implantação da República e, como vereador de uma pequena autarquia às portas de Lisboa, reuniu o respeito e a admiração dos conterrâneos pela dedicação, entusiasmo e generosidade que consagrou à causa da sua vida.

De um post que será sempre actual
 
  Tim Buckley - Once I was




Once I was a soldier
And I fought on foreign sands for you
Once I was a hunter
And I brought home fresh meat for you
Once I was a lover
And I searched behind your eyes for you
And soon there'll be another
To tell you I was just a lie

And sometimes I wonder
Just for a while
Will you remember me

And though you have forgotten
All of our rubbish dreams
I find myself searching
Through the ashes of our ruins
For the days when we smiled
And the hours that ran wild
With the magic of our eyes
And the silence of our words

And sometimes I wonder
Just for a while
Will you remember me


(1967)

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  José Tolentino Mendonça

"Amo os que atravessaram os campos
desamparados
mais do que se pode"


José Tolentino Mendonça
(n. 1965)

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sexta-feira, outubro 05, 2007
 

O passado não se pode mudar
mas o futuro é outra história
e há que começar nalgum sítio



De Pecados íntimos / Little children
 
quinta-feira, outubro 04, 2007
 



Paul Hardy

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  João Luís Barreto Guimarães

apetece por vezes com os dias morrer por um pequeno
instante e deixar os fogos soltos na areia. acrescentar
água à face e perturbar os sentidos em busca da única
luz ou então sentar os movimentos e escrever a uma

amiga. dizer assim como quem fala: que espécie rara
de deus é o teu? a vida é ficar abraçado às dunas
apenas se há dois braços de areia por quem sonhar

vir então aos poucos contando os mastros do verão
cumprindo o desejo das cartas de mar e assim mesmo
confundir todos os relógios da rota apenas para ter

mais tempo para ficar. o resto é saber o alfabeto de
cor até ao fim para que as palavras vão nascendo
devagar até ser sonho no sono dos dias ou ser sono
dentro de mim



João Luís Barreto Guimarães
(n.1967)

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  De ti até me posso esquecer

Ela - não te esqueças de me vir buscar logo às 7 e meia!
Ele - não me esqueço nada, é a hora de ir ao pão!
 
quarta-feira, outubro 03, 2007
  Kate




O que eu gosto na Kate Winslet, actriz ou personagem, é o ar profundamente humano. A perfeita girl next door.



Kate Winslet e Patrick Wilson

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  post it doméstico dispensável

agora me lembro que quero terminar o Amarcord, começar Pecados Íntimos e devolver ambos hoje. fiquem bem que eu fico optimamente a aproveitar o presente, tantas vezes banalizado, mera transição para um futuro melhor incerto, quando afinal. afinal. e falta mandar fazer as chaves primeiro, ir ao super, respirar. respirar.

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  A voz

O deserto veste Prada. Esta frase é excelente, vague. A excessiva modéstia pode-se confundir com a excessiva vaidade. Eu só não quis ser banal. Não gostas da frase? Gosto, claro que sim. Então...Então o quê? Então retira o 'perdoem a banalidade'. Não retiro, já está, assim fica. Que casmurrinha és vague...E tu, para o que te havia de dar de madrugada. Eu tenho tempo, tu é que tens de ir trabalhar. E porque me dás ouvidos se estás tão certa de ti, vague? Olha porque, porque....estou a tomar o pequeno-almoço em frente ao computador e tu apareceste quando li o meu post. Nada mais. Adeus.




(escrito às 8.ooh, em draft)

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terça-feira, outubro 02, 2007
  O deserto veste Prada (perdoem a banalidade...)





Não sei se ainda existe esta loja da Prada, colocada há 2 anos num deserto do Texas (não é bem uma loja porque não está (ou esteve) aberta ao público [ah! outra palavra brincalhona]).
Anyway, hoje em conversa tida aqui, lembrei-me dessa notícia, lida precisamente aquando da instalação.

Se bem me lembro, a loja terá sido encerrada depois de sucessivos furtos; desconheço se foi reaberta e se a filosofia que deu origem à colocação naquele local se mantém. De qualquer forma acho a ideia extraordinária, irónica, sensível, chique (desculpa, N.E.C.A.S ).

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  José Rui Teixeira

Lambe-me as feridas na lenta
passagem das horas, porque a elegia
é apenas uma percepção esquiva
do tempo e nós nómadas sulcando
vagamente os equinócios, como êmbolos
crescendo, esparsos em superfícies
excessivamente mensuradas
em atlas anatómicos. Lambe-me
as feridas que eu sou como um choupo
reclinado sobre a remissão da tua saliva
e o devir é um espasmo onde sofro
a espera da cura, a travessia incomensurável
da distância. Lambe-me as feridas porque
sinto a fluidez de raízes nas plantas dos pés
e substâncias voláteis nas extremidades
das mãos. Mastigo a esperança
nos dias do exílio, porque só a tua presemnça
é um lugar à medida da tua solidão.


José Rui Teixeira

Anos 90 e agora
Uma antologia da nova poesia portuguesa

(Jorge Reis-Sá)

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segunda-feira, outubro 01, 2007
  A meio

 
Sur la marée haute je suis montée la tête est pleine mais le coeur n'a pas assez. Lhasa de Sela


mareehaute.is.vague@gmail.com

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  • A origem das espécies
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