La marée haute
Stephen Hawking diz que afinal não pode ter sido Deus a criar o Universo
Eu acho uma graça a estas sumidades quando se pôem a falar de Fé partindo de pressupostos científicos.
Admiro a inteligência absolutamente brilhante de Stephen Hawking mas a minha não adesão às suas conclusões (para além de não relevar, quem sou eu...?) é independente de qualquer admiração. Respeito e saúdo o raciocínio notável - afinal tão ou mais importante que o resultado é o processo, é a viagem e não o destino - e ainda bem que não pensamos/sentimos/intuímos todos da mesma forma. Nem eu pretendo converter ninguém nem deixo que me convertam (só se for com jeitinho, vá lá :)
Além disso a minha visão da religião é muito particular, muito minha, muito interior e eu é que sei :) como me entendo comigo própria não me sentindo nada dividida - é algo tão visceral que não sei nem quero explicar.
Identificava-me com Stephen Hawking quando ele defendia que a existência de Deus não era incompatível com as teorias científicas. É o que eu sinto. Deus não pode ser provado o que não significa que não exista. E a vida não é um tribunal e nós não somos juízes.
Há coisas que excedem a humana compreensão. Ainda bem. Ou seríamos apenas matéria física e somos mais que o que se vê.
Somos mais, muito mais, que apenas
nós.
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E agora almoçar algures perto daqui e rever família querida...

Sintra, S. Pedro - nunca me canso de lá
viver.
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Plagiando a Time out
Ouvido no parque(enquanto caminhava, s/ música, apenas ouvindo a água e o som das árvores
[afinal não é plágio, esta m/ originalidade tem subtítulo])
Dois ciclistas e um de repente lembra-se:
Então e o nosso Benfica, pá?
Ó pá, o nosso Benfica é o maior!Btw, o Benfica não é um clube nem uma cor. O Benfica é a lenda, a emoção, the real thing.
Palavra de vague. E se o canal Benfica estiver aí a ler isto, que me contrate como RP ou que no mínimo queira ver
a cor do meu sangue. É
azul pela nobreza de ser do Benfica (hum...e com esta que me saiu sem querer espero não ter posto em causa a minha contratação?...são minudências, senhores, sangue azul é de nobreza, não é do Porto!)
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Hello Kitty seduz a mente masculina. Que admira? É menina!
O cartão de débito e/ou crédito da Hello Kitty faz sucesso. Um dia destes no balcão da caixa da Fnac, o simpático e gentil funcionário que me atendeu, cabelo comprido, brinco na orelha e tatuagem, ficou, surpreendentemente para quem se rende às aparências, rendido ao meu cartão de pagamento, mirou-o, virou-o e admirou-o.
Caso ele esteja a ler isto, devo dizer que ele é mesmo simpático e não é só - nem principalmente - por apreciar o cartão da Hello Kitty. É por ter um factor
it que se manifestou ao não reprimir a ternura.
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Igualdade e moinhos de vento
Com todo o respeito que me merecem todas e quaisquer pessoas independentemente da sua orientação sexual e porque creio que ninguém a escolhe - antes se é escolhido por ela - penso que está fora do contexto das prioridades do país e dos próprios gays a necessidade de legalização de casamentos entre os mesmos. É claro que esta é uma opinião muito fácil de dar para quem tem uma orientação sexual dita
straight. Mas ao mesmo tempo que consciencializo isso penso também que nós precisamos de grandes reformas de fundo antes de se chegar a esse patamar evolutivo, sim, não duvido que seja um dos caminhos do futuro. Mas actualmente não haverá mais nada a fazer pela comunidade gay (perdoem-me mas não gosto da expressão, é discriminar em função do sexo) que não seja o erguer de bandeiras deste teor?
Há tanto tanto a fazer contra a discriminação, seja ela sexual, de género, social, económica, a nível de acessos a edifício por pessoas com deficiência física (sendo obrigatória por Lei a existência de rampas e acessos
des-condicionados para promover a integração das pessoas que se movem em cadeiras de rodas, por exemplo) e neste país pobre e endividado temos um Governo que ergue como estandarte no actual cenário político e social de desemprego e corrupção e com todas as desigualdades de que exemplifiquei apenas uma parte... a legalização de casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Vontade política de dispersar a opinião pública dos casos Face Oculta, Casa Pia, Freeport, dos Armandos Varas e Godinhos deste país? Será que este último caso relacionado com Armando Vara e Manuel Godinho será no futuro mais uma montanha que pariu um rato, à semelhança dos casos de triste e fraca memória que citei?
Sinto que sim. Até que alguém me convença da bondade desta medida urgentíssima (o casamento entre pessoas do mesmo sexo) acho retrógrado querer mostrar este serviço de modernidade num país a tantos títulos tão atávico, tão cheio de desigualdades, tão cheio de preconceito. Se isto é ser moderno, não quero ser moderna. Há tanto a fazer, tantos moinhos de vento a derrubar, tanta coisa grande e pequena que cada um de nós pode fazer para o bem comum - porque podíamos ser nós em qualquer um que sofre - que me parece gratuita a oportunidade desta medida. Ou melhor, se calhar não é gratuita, se calhar o que a move é a vontade de entreter o povinho com discussões fracturantes deste teor enquanto o país se endivida, enquanto se desvia a opinião pública das faces ocultas da corrupção. Areia para os olhos é o que é.
Não procuro concordâncias nem tão pouco as rejeito, obviamente. Gostava mesmo que alguém que está por dentro e a sentir na pele as dificuldades e os obstáculos cruéis de uma cultura ditatorial da maioria (se bem que também existe, dizem, um lobby gay) me mostrasse por A+B porque é que esta medida é
crucial para combater as desigualdades. A sério que gostava...
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A minha música...
de
1996.
Quem me conhece bem (e a maior parte não me lê aqui) sabe porque é que esta música ainda me deixa um arrepio na pele.
Nesse ano eu aprendi na pele o
refrão que era bom era que intuíssemos desde que adquirimos a consciência de estar vivos.
.
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Dia das finanças by Vague
Poupar é preciso para acautelar o futuro. Mas há aspectos contraditórias. Para já é difícil poupar numa sociedade tão agressivamente apelativa sob o ponto de vista do consumo; Depois há a teoria que hoje ouvi defendida de que fazer um plano de poupança é ilusório, patati patatá. Bom, eu pergunto se pomos o dinheiro debaixo do colchão (isto no caso de haver dinheiro, claro).
Quer-se estimular o consumo e quer-se estimular a poupança! Raios levem contradições destas!
Penso que temos de nos abstrair de uma certa cultura de massas consumista (tentar, tentar...) e revestirmo-nos de bom senso e organização orçamental.
Vague
especialista em aconselhamentos de tipo financeiro e em todos os outros tambémEtiquetas: algures por aí
Coaching
Partindo do princípio de que o que abaixo se diz é mais ou menos como se diz, levanto o dedo com uma dúvida: Qual a formação que um coach tem de ter para poder conciliar
os melhores conceitos do mundo profissional, da psicologia, da filosofia, do desporto e da espiritualidade?
Por outro lado, a formação de base não será a psicologia? Será um psicólogo com especializações noutras áreas? Acho que é uma área de intervenção proposta é tão vasta que o bom coach tem de ter uma cultura profissional e pessoal muito grande. Hum...
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O QUE É COACHING?...........................................Coaching é um serviço profissional, em que um cliente contracta um Coach para alcançar uma meta ou para encontrar a solução para um problema. O Coaching é uma profissão recente, que reúne os melhores conceitos do mundo profissional, da psicologia, da filosofia, do desporto e da espiritualidade. Existem mais de 30.000 coaches, em todo o mundo, a trabalhar com pessoas a nível individual e com empresas, conduzindo as pessoas a mudança e incremento da performance. O coach poderá ajudar um executivo a desenvolver um plano de negócio, ou poderá auxiliar uma pessoa a seguir um plano de exercício e emagrecimento.
...........................................De uma forma simples, o coach tem como premissa que os seres humanos possuem todos os recursos, que precisam, internamente, e que ao ajudarem os mesmos a descobrirem tais recursos, e o que realmente desejam, o coach poderá auxiliar o cliente a obter o que deseja, de uma forma mais rápida e simples. Um coach trabalha auxiliando o cliente a:
Fixar e alcançar metas;
Conduz o cliente a fazer mais do que faria se estivesse sozinho;
Ajuda o cliente a ser objectivo e direccionado para resultados;
Fornece ao cliente ferramentas, apoio e estructura para conseguir mais da “roda da vida”.
daqui,
site brasileiro, né?
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Contratualizar o amor
Em vez de se discutir a flexibilização das leis do divórcio, devia abolir-se o casamento contrato civil. É que esse contrato, como qualquer outro, tem deveres e direitos, sendo que a violação de deveres contratuais implica responsabilidade e ressarcimento da parte lesada.
Assim sendo deverá o casamento ser contrato?
prima 1 se sim
prima 2 se não.
Sei que para mim casamento é a tal
comunhão de vida. Por isso ousei dar dois passos opostos, cada um a seu tempo, o de contratualizar e o de
descontratualizar. Sou uma pessoa romântica e sei que a pior solidão que existe é a solidão com uma pessoa ali ao lado.
E, no fundo bem lá no fundo acredito, envergonhada de tanta singeleza, que o casamento pode ser isto,
a love affair that lasts forever. 
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Coisas que... me inspiram? fazem pensar ou tirar apontamentos
- Psicologia positiva em Harvard
Tal Ben-Shahar- MBT -
Masai Barefoot Technology-
Gioconda Belli - El infinito en la palma de la mano (2008)
- Reiki
- Sexo com pecado (título de livro)
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Parem o mundo, quero sair (respiro fundo, salto ou fico)
........................................SlowEtiquetas: algures por aí
a vida não pára
estás a trabalhar hoje? pergunta-me, surpreendido, com aquele sotaque arrevezado de árabe e inglês
e remata
ah eu!...quando era da tua idade ninguém me punha a vista em cima. se saíres daqui uns tempos isto pode andar pior mas anda, não pára.Etiquetas: algures por aí
flores púrpura
como são belas as árvores de flores roxas em que naquele preciso momento do tempo reparei
que tão bem recortavam o céu da avenida da República, como são belas
rendilhadas coavam o céu
e eu
ali tão pequena
os meus olhos ajoelhados aos pés do céu.
desculpem a minha falta de comentários aos vossos comentários, acuso-me isso pois devo a quem me comenta a gentileza de responder - é assim que faz sentido um blog. digamos que o meu espaço mental não tem sido muito amplo...ou se calhar está demasiado preenchido (será tudo o que
me preenche assim tão importante?) e eu preciso loucamente de amplitude e liberdade, de flores púrpuras e de céu.
Etiquetas: algures por aí
Silêncio, o espectáculo começou
Há uns anos, no Teatro Villaret, o António Feio aborreceu-se a sério porque alguém da audiência não conseguia parar de tossir pelo que interrompeu o espectáculo dizendo que não tinha condições para continuar (nessa altura podia-se ouvir uma mosca na sala). Entretanto, instado pelo Zé Pedro Gomes e após um sermão que o auto-apaziguou sobre pessoas que deviam ficar em casa em vez de vir para o teatro perturbar o trabalho dos outros, lá recomeçou...
Antes que se levante a dúvida, digo já:
Não fui eu!Etiquetas: algures por aí, vidas
Os dias assim

Matt Stuart
Hoje deixei o dia correr-me lentamente entre os dedos e permiti-me o luxo de uma folga que infelizmente não me libertou da culpa de a ter. Tento contorná-la porque sei que preciso, de quando em vez, de um espaço
para mim e as minhas coisas, em dias que não sábados e domingos.
Gosto de ir contra a corrente, de ir a centros comerciais de semana e durante o dia, de passar os domingos à tarde em casa (sobretudo quando chove), de ir ao supermercado às 9h de sábado ou às 22h durante a semana. Não quero que seja o telejornal a ditar-me a hora do jantar. Sei que faço frequentemente o oposto. Porque às vezes é difícil ir contra a corrente e - importante - porque às vezes me apetece ser levada docemente na corrente e não ser refém nem de mim mesma.
Vai uma tosse a acompanhar o café?
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É um cansaço e uma sonolência que exaurem. Aos acessos da tosse cujo intervalo se espaça mais agora que passam 4 dias de medicação, sucede este cansaço, esta sonolência. Por isso hoje inventei o tempo à minha medida, essencial para me perspectivar, respirar fundo e...
esquecer(me) um pouco.
Etiquetas: algures por aí, ego
O Museu do Oriente é inaugurado dia 8 de Maio 08 e está instalado num grande edifício na Doca de Alcântara desenhado pelo arquitecto João Simões nos anos 30 e agora readaptado pelo atelier de João Luís Carrilho. São sete pisos e uma área de 15.500 metros quadrados, onde convivem três espaços distintos de exposição. O museu promete uma programação vasta e variada.(Cont.)Etiquetas: algures por aí, galeria