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Primeiro. Todos os dias, várias vezes. A pouco e pouco espaçámo-nos, criámos espaço e ar entre nós, luta livre, silêncios destemidos e silêncios assustados. Afastámo-nos. Duvidámos um do outro. Amuámos dias, às vezes semanas. Voltámos a encontrar-nos apaixonadamente como se os espaços em branco fossem tão naturais como os espaços repletos de palavras. Voltámos a afastar-nos. E a sentir saudades.
Sabemo-nos presentes. Não temos regras. Temos um mundo.

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