La marée haute
Mãos, coco, sol e papaia
É certo e certeiro. Passado pouco tempo de massajar as mãos com creme (e eu sou uma fã de cremes de mãos, ando sempre à procura de um que me satisfaça mais que o anterior, por isso podem pôr este item na wish list), aparece ou encontro alguém que costumo cumprimentar com um aperto de mão. Vou mudar o registo habitual. De
Desculpe cumprimentá-lo assim mas acabei de pôr creme nas mãos, passarei a presentear o destinatário com
Acabei de pôr creme nas mãos, que sorte a sua.
Este é para o sol mas eu adoptei-o para as mãos.
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a desejar ter uma varinha mágica que me fizesse a mala de viagem
primeira tarefa cumprida: abri a mala de viagem e coloquei-a a meus pés.
daqui até a encher
no ferro tenho que mexer
e não me está a apetecer
mas - hélas! - tem de ser.
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epifanar
hoje tive uma epifania. o papel desaparecido em combate só podia estar debaixo das pilhas de folhas dispersas e dossiers sobrepostos. só podia. mas não estava. eu, de repente, certa deste não pensamento:
abre a gaveta, sinto qualquer coisa. abriu-se a gaveta e soltou-se o papel, quase voando para as minhas mãos. entalado na de cima, desceu para a de baixo e o ego disparou com a ante
visão (sabe-se lá porquê, as epifanias não são mérito dos epifanados).
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debaixo dos caracóis dos teus cabelos
sou convictamente morena, mas fiz leve concessão: nuances de luz entre o cobre e o ouro semeadas de forma natural e aparentemente errática (mas a naturalidade e a espontaneidade têm que ser bem pensadas, para convencer da sua naturalidade e eu gosto do que é natural
nacional
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e bom
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