Coração Independente
"Tem sido assim a nossa relação com ela: aprisionámos o monstro. Amália tornou-se figura sem corpo, à mercê do imaginário colectivo. A exposição "Amália, Coração Independente" pode ser o início de uma nova relação."
Kathleen Gomes, Público de 02.10.2009Entendo, identifico-me com a forma como a jornalista do Público esgrimiu as palavras seguindo a dança do pensamento. Há pessoas que escrevem com tanta alma e
facilidade que parece que as palavras se descolam do texto e ganham asas, voando em nossa direcção.
Comecei a gostar verdadeiramente da Amália aos 20 anos, depois de sentir a energia e paixão da entrega num concerto a que fui no Coliseu de Lisboa. Os meus pais e as filhas.
No início torci o nariz à sugestão de irmos ao concerto
familiar, no fim estava rendida sem regresso. Corria o ano de 1987 e eu não sabia nada da vida. Hoje sei menos mas sou tão feliz nesta calma certeza...
Oiço
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