De como a partir de uma estação de comboio se cria o projecto de uma candidatura

Esta fotografia enviada por um amigo, ilustra o pobre país que somos; se há 100 anos a Linha do Tua era sinónimo de
Grande velocidade, hoje a inscrição parece reflectir o provincianismo - não da Linha do Tua, mas das ideias megalómanas daqueles que querem construir um TGV desfasado do Portugal real. Poupar meia hora, ou uma hora que seja, na viagem de Lisboa ao Porto é argumento falacioso.
Não quero ser demagoga mas se preciso ser sou! Pois são precisos mais e melhores cuidados de saúde para todos, é preciso um sistema educativo que efectivamente ensine e ensine a pensar; é necessário saneamento básico em aldeias e lugares onde ainda não existe neste começo do séc. XXI; é preciso educação para a cidadania e para a solidariedade.
Não sei como é que se faz isto mas creio que passa pela convicção de uma ideia de Política como serviço público que é, passa pela Justiça cega, passa pelo não branqueamento de situações menos claras, passa pela não corrupção. Estarei a falar de uma utopia porventura mas a verdade é que com menos ideias se formaram partidos e candidatos. Não que eu queira lançar um :) A minha alma política passa pela consciência cívica e o resto é comício.
hum...
! se quiserem aproveitar a deixa, votem em mim e depois logo se vê quem são os assessores. A
Noite lá em Macau trata da assessoria jurídica. A
Maria Árvore é candidata a assessora para a comunicação social. A
Hipatia recebe as quotas e donativos. O
Cap tira as fotografias da minha tomada de posse. O
Luis Eme faz as reportagens. A
Ameixa organiza o requintado almoço. O
Fernando escolhe a banda sonora da candidatura. A
Debbie maquilha-me e faz assessoria de imagem e a seguir a
Isabel pinta um quadro mais lindo que a candidata :) Mais umas contratações e temos partido :)
(ps: mas primeiro vou de fériaaass.!.)